11 maio, 2010

Chamam a isto Guerreiros? Esta escumalha não passa de um bando de tristes arruaceiros e terroristas

Pancada na festa de Braga.

Corpo de intervenção: 1 - Guerreiros: 0

Bastou aparecer uma bandeira do Benfica na Praça da República, em Braga, para que os ânimos se exaltassem de forma descontrolada.

Por:Secundino Cunha (in: Correio da Manhã)

A bandeira foi queimada e quando os dois agentes da PSP que aí se encontravam tentaram intervir começaram a chover garrafas, pedras e cadeiras da esplanada de um dos cafés. Logo então, dois carros com vidros partidos e duas pessoas feridas.

Minutos depois, chegaram reforços policiais, que só com recurso a disparos de balas de borracha conseguiram dispersar a multidão. Um grupo de adeptos do Braga invadiu a Casa do Benfica, na Avenida da Liberdade, destruindo o interior e partindo os vidros da fachada.

Mas o pior aconteceu à saída do túnel que atravessa a cidade, onde adeptos bracarenses partiram vidros, faróis e pára-choques em sete carros. Num deles encontrava-se uma família, com uma criança de sete anos, que ficou em estado de choque. A PSP demorou a controlar a situação.


Alguns comentários:
Estes "arruaceiros" são pessoas que não sabem estar no futebol e têm mau perder...que culpa têm os outros disso? Ainda por cima, pessoas que, se calhar nem tinham nada a ver com os festejos e foram apedrejados e ficaram com danos materiais e morais. Porque não banir estes "arruaceiros"? Um abraço.

Triste! Muito triste!Quem não sabe perder , não mereçe ganhar!!

Não são pessoas, são animais. Corrigo, coitados dos animais... essas pessoas são seres asquerosos.

Assim sim o Povão (POVO) Português mostra a sua raça podem-no roubar enganar humilha-lo fica impávido e sereno mas perder um resultado desportivo aí sim é cruel guerreiro e lutador.

A bandeira dos SLBitas no meio dos adeptos do Braga foi uma provocação tão grosseira que, sem desculpar, permite compreender a indignação dos bracarenses. E só quem for ingénuo ou tiver a compreensão lentificada ou bloqueada, é que também não compreende o sentido de revolta da turba! FORAM TIRAR DESFORÇO NO TÚNEL! O sentimento de que este campeonato não foi propriamente "DE FUTEBOL" mas "DE TÚNEIS" (e outros "subterrâneos"...) veio, daquela forma primária (e certamente não consciencializada) à mente daquela multidão... E foram "VINGAR-SE", simbólicamente, NO TÚNEL!

NOTA:

Já escrevi várias vezes (aqui e qui aqui) sobre estes bandos organizados, apioados pelos clubes. Fui contestado, recebi ameaças e, inclusivé, enviaram-me um nº de telemóvel para eu contactar um tal indivíduo (pelos vistos referenciado pelas autoridades policiais), no sentido de marcar um encontro para discutir o assunto. Mas também houve gente que soube reconhecer estes comportamentos abomináveis e condenáveis, que em nada contribuem para dignificar o desporto em geral e o futebol em particular.

Aquilo a que no final da tarde do passado domingo assiti em directo na TV chocou-me. Ver crianças que foram lá com os pais num ambiente de festa, envolvidas naqueles tumultos e sem culpa alguma, foi traumatizante. Ver património privado a ser destruido de forma gratuída, é inconcebível. Ver viaturas a serem danificadas, é inqualificável.

Tudo isto são comportamentos inadmissíveis nos dias de hoje e dignos de prisão para os prevaricadores.

Agora não me venham com o braguismo, o guerreirismo e etctismo.....

Pelos vistos, o nível intelectual destes vândalos, infelizmente, não dá para mais.

Sei que com esta postagem aticei a fúria desta gente reles e medíocre, mas a verdade, doa a quem doer tem que ser dita.

10 maio, 2010

Documentário sobre as Sete-Fontes, sete anos após a desilusão de meia dúzia e a esperança de milhares

SETE FONTES, BRAGA from ana rodrigues on Vimeo.

Por: Ana Paula Rodrigues
Documentário das sete fontes realizado no sétimo aniversário da nomeação a monumento nacional. Projecto tem diferentes colaboraçõeses académicas dando o seu contributo a uma obra arquitectónica que pertence à junta de freguesia de S. Victor. O esforço tem sido notável tanto na sua divulgação como na procura de meios de preservação tanto a nível de preservarão como da sua existência. Um monumento onde se pode entrar nas entranhas da terra e ver brotar água, além da sua arquitectura singular do sc XVIII, mas com raízes romanas.

07 maio, 2010

Uns roubam gravadores a jornalistas, outros mandam calar o COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL...estamos em que país?

Comunicado do Grupo Municipal de Braga do Bloco de Esquerda sobre os incidentes ocorridos ontem à noite (5 de Maio), na audição ao Comandante Distrital da Protecção Civil, promovida pela Comissão Municiapl de Urbanismo, Ambiente, Ordenamento e Protecção Civil, e que levou ao abandono da reunião, como forma de protesto, do deputado do BE, António Lima.

PS CENSURA COMANDANTE DA PROTECÇÃO CIVIL

O grupo Municipal do Bloco de Esquerda repudia de forma veemente a atitude censória do presidente da Comissão Municipal de Urbanismo, Planeamento, Ambiente, Trânsito e Protecção Civil da Assembleia Municipal de Braga que impediu que o Comandante Distrital da Protecção Civil, respondesse a uma pergunta que tinha sido feita pelo líder da bancada municipal do BE, António Lima.

O incidente ocorreu durante a audição pública a Hercílio Campos, que decorreu ontem à noite e que surge na sequência de um conjunto de iniciativas, pedidas pelos partidos da Oposição, com vista à averiguação das condições de segurança e socorro no Concelho de Braga.

O deputado bloquista, António Lima, perguntou ao responsável pela Protecção Civil do Distrito se a sua presença naquela Comissão tinha como finalidade a prestação de esclarecimentos sobre os meios disponíveis e necessários, ou se tinha como objectivo fazer uma elogio à política oficial da Câmara de Braga em matéria de segurança e protecção civil.

Incomodado com o teor da pergunta, o presidente da Comissão, o socialista José Gomes, considerou-a ofensiva e afirmou que não permitia que o comandante distrital respondesse à pergunta, exercendo sem o mínimo pudor um acto censório sobre uma pessoa que tinha sido convidada para esclarecer os deputados municipais.

A pergunta de António Lima surgiu depois de Hercílio Campos ter dado o dito por não dito. Aquele responsável, começou por reconhecer a existência de algumas falhas, como a escassez de bombeiros, de formação adequada, e de viaturas, para depois, questionado pelos deputados do PS, ter dito que os meios eram os necessários.

Para o Grupo Municipal do Bloco de Esquerda a censura exercida sobre o comandante distrital da protecção Civil é mais uma prova do boicote que a maioria socialista tem feito para que se saiba a verdade sobre a situação da segurança em Braga.

O presidente da Comissão, deputado do PS, só admitiria que o comandante distrital falasse se fosse para dizer o que interessa à maioria socialista. Com receio que isso não acontecesse, não teve nenhum pudor em cortar a palavra ao Comandante distrital impedindo-o de responder a uma questão incómoda.

Perante esta lamentável e anti-democrática atitude, o deputado do BE, António Lima, saiu da reunião em protesto pelo sucedido.

Apesar da manifesta incomodidade da maioria do PS na Câmara e na Assembleia Municipal, o Bloco de Esquerda não irá desistir de procurar a verdade e de denunciar a falta de meios para assegurar a segurança e o socorro aos munícipes bracarenses.

O Grupo Municipal do BE na Assembleia Municipal de Braga
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Nota do Bracara Angustia:
Estes são os representantes do povo de Braga, legitimados nas últimas autárquicas.
Se temos gente deste nível à frente dos destinos do nosso concelho, é porque o povo escolheu.
Se temos corruptos incompetentes e ordinários à frente dos destinos do nosso concelho, é porque o povo gosta de ser governado (leia-se humilhado, enxovalhado e vexado) por estes gajos.
Eles roubam mas fazem, é o lema desta gentinha ignorante e burra, que continua a apostar no que há de mais pernicioso na nossa sociedade!
Em Braga não existe défice democrático. Braga já está em falência democrática.
Não foi para isto que foi feito o 25 de Abril.
Precisamos de uma nova revolução: a da cidadania, pois a da democratização falhou.
Zé de Braga
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PS (post scriptum) - Caro António Lima: certifique-se bem se durante a audição, não lhe roubaram o telemóvel, o mp3, a consola Nintendo, a carteira ou qualquer outra coisa transacionável, pois estes socialistas, de cada vez que as perguntas são incómodas ou quando "não gostam do rumo das entrevistas", agem "irreflectidamente" tipo carteirista. Zás....este já está.

05 maio, 2010

O caso Bragaparques

Vale a pena ler a notícia e o comentário do especialista em direito penal, para compreender que as leis penais em Portugal são "uma teia de renda jurídica cujos fios são tão juntinhos que nada deixam escoar para a condenação".

Lusa/ Sol:
O recurso da Bragaparques, baseia-se, entre outros, num parecer do penalista Costa Andrade para quem, «no direito positivo português vigente não é permitido o recurso a agente encoberto para investigar o crime de corrupção activa para acto lícito, dirigida a um titular de cargo político».
Isto porque - sublinha - «a investigação deste crime não legitima as escutas telefónicas, medida menos invasiva e danosa que só é válida para crimes superiores a três anos».
Observa que «entendimento diferente determinaria a inconstitucionalidade da norma, por violação do princípio da proporcionalidade».
Para Costa Andrade «a ilegalidade da acção encoberta determina a ilegalidade e proibição de valoração das provas que ela tornou possíveis, nomeadamente o teor das gravações das conversas de 24 e 27 de Janeiro de 2006», que Ricardo Sá Fernandes manteve com Domingos
Névoa.
Afirma que foram feitas em violação frontal do Código Processo Penal e da Lei n.º 5/2002 e que sofrem, ainda, de «falta de fundamentação do despacho de autorização e das exigências de acompanhamento e controlo judicial».
«As provas ilícitas são inadmissíveis no processo» , afirma, frisando que Ricardo Sá Fernandes terá incorrido na prática de um crime ao gravar uma conversa privada, em 22 de Janeiro de 2006, sem autorização do interlocutor."

Comentário, via
http://portadaloja.blogspot.com

O problema principal do nosso processo penal é este que está à vista de todos: as exigências e requisitos para recolha e validação das provas de crimes, são tão apertadas e rigorosas que fatalmente acabam no que se tem visto: a absolvição dos poucos corruptos e suspeitos que ainda vão sendo encontrados.
O poder legislativo que engloba pessoas como o professor Costa Andrade, a escola de Direito Penal de Coimbra e agora também a de Lisboa, com a professora Fernanda Palma, durante anos a fio, teceram uma teia de renda jurídica cujos fios são tão juntinhos que nada deixam escoar para a condenação. Fica tudo filtrado na fase de investigação - quando e se tal acontece, o que aliás se vai tornando cada vez mais raro. O que passa, ficará depois retido em recurso e sucessivas aclarações de acórdãos que duram anos e anos a transitar em julgado.
As regras de processo penal, facilitam, incentivam e cerceiam a Justiça, em Portugal, sempre com as melhores razões teóricas, geralmente associadas aos direitos, liberdades e garantias de bandidos e trafulhas. O direito penal português, tem-se transformado num verdadeiro direito penal dos inimigos da sociedade, sempre com o apoio e aplauso daqueles teóricos que assim devem ser denunciados como inimigos da mínimo ético para uma ordem social decente. Inverteram a prioridade de valores, elevando à categoria máxima, os direitos e garantias que impossibilitam a Justiça.
As ideias jurídicas de Costa Andrade e das escolas de Direito Penal português, fixadas em letra de lei, não permitem o combate à corrupção, em Portugal, neste nível da corrupção activa, em caso de acto lícito ou da passiva para acto lícito, também. As molduras penais destes crimes, são meramente simbólicas e o CPP proíbe a utilização de escutas telefónicas em investigação de crimes com pena inferior a três anos de prisão, no geral.
Logo, nestes crimes, é proibido escutar. E como é proibido, se por acaso se escutou por causa de crime de moldura superior, como foi no caso Bragaparques em que o arguido foi pronunciado por corrupção activa para acto ilícito e agora, em julgamento, se mudou para acto lícito, com pena manifestamente inferior, a doutrina de direito penal, agora assente até pelo Tribunal Constitucional ( caso da "fruta" do dirigente do FCPorto), proíbe o uso dessa prova.
Obviamente, os advogados dos arguidos agradecem. Artur Marques, neste caso Bragaparques em que a condenação foi meramente simbólica mas perfeitamente razoável segundo as leis penais que temos, aproveita e como é dever de qualquer advogado, defenderá o seu cliente.
Não adianta mais andar com paliativos jurídicos porque é esta a verdade que todos têm que ver e denunciar: as leis penais protegem estes corruptos e os teóricos do Direito penal aplaudem e emitem pareceres nesse sentido. Há que denunciar isto e tentar mudar este estado de coisas, começando em primeiro lugar por inquirir os teóricos sobre os fundamentos daquilo em que acreditam e nos valores que verdadeiramente defendem e que nos conduzem a estes escândalos evidentes e que só eles parecem não querer ver.
Vejamos as normas aplicáveis. O crime do patrão da Bragaparques, insere-se no artº 374º nº 2 do CP (que não permite o uso de escutas). Na pronúncia, tinha sido incluído no artº 374º nº 1 (que permitia a utilização de escutas):

Artigo 374.º do C. Penal:Corrupção activa
1 - Quem por si, ou por interposta pessoa com o seu consentimento ou ratificação, der ou prometer a funcionário, ou a terceiro com conhecimento daquele, vantagem patrimonial ou não patrimonial que ao funcionário não seja devida, com o fim indicado no artigo 372.º, é punido com pena de prisão de 6 meses a 5 anos.
2 - Se o fim for o indicado no artigo 373.º, o agente é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 60 dias.
3 - É correspondentemente aplicável o disposto na alínea b) do artigo 364.º.

E a verdade, doa a quem doa, é que a culpa é de quem faz estas leis e não dos desgraçados que, revoltadamente, as têm que aplicar!

30 abril, 2010

Este país não é para corruptos - RAP

Toca a Braga


http://clix.visao.pt/este-pais-nao-e-para-corruptos=f556937


Em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer

3:41 Quinta-feira, 29 de Abr de 2010 – Ricardo Araújo Pereira

Portugal é um país em salmoura. Ora aqui está um lindo decassílabo que só por distracção dos nossos poetas não integra um soneto que cante o nosso país como ele merece. "Vós sois o sal da terra", disse Jesus dos pregadores. Na altura de Cristo não era ainda conhecido o efeito do sal na hipertensão, e portanto foi com o sal que o Messias comparou os pregadores quando quis dizer que eles impediam a corrupção. Se há 2 mil anos os médicos soubessem o que sabem hoje, talvez Jesus tivesse dito que os pregadores eram a arca frigorífica da terra, ou a pasteurização da terra. Mas, por muito que hoje lamentemos que a palavra "pasteurização" não conste do Novo Testamento, a referência ao sal como obstáculo à corrupção é, para os portugueses do ano 2010, muito mais feliz. E isto porque, como já deixei dito atrás com alguma elevação estilística, Portugal é um país em salmoura: aqui não entra a corrupção - e a verdade é que andamos todos hipertensos.

Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa. O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto - é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.

O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."

29 abril, 2010

SOS Sete-Fontes



No passado dia 22 de Abril, foi publicado um artigo no jornal Diário do Minho, com declarações da Directora Regional da Cultura do Norte. Nele frisava que «está em permanência a acompanhar o dossier das Sete Fontes» e que, «porque há compromissos urbanísticos assumidos, há que ter em conta que há terrenos comprados que têm direitos assumidos de construção (...)». Neste contexto, foi com profunda preocupação que o grupo de peticionários se reuniu, no dia em que se celebra o Planeta Terra. O planeamento urbano sustentável não pode ser estruturado com base em compromissos imobiliários e estes não podem sobrepor-se ao interesse público e ao bem-estar das populações. A preservação deste Eco-Monumento arquitectónico e arqueológico, rico em Flora, Fauna e Água, tem de ser definitivamente garantido.

Nesta reunião estiveram presentes vários técnicos da área do planeamento, entre os quais o ex-vereador do trânsito da Câmara Municipal de Braga, o Engenheiro Casais Baptista. Após detalhada análise das plantas rodoviárias do concelho de Braga e do ante-projecto da variante de acesso ao futuro Hospital, concluíram que a variante à EN 103, prevista para a zona sensível do Monumento Nacional, não constitui uma via estruturante para a cidade de Braga e para o novo Hospital. Essa variante serviria as freguesias bracarenses da zona Nascente e os concelhos da Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho e abriria caminho a mais especulação imobiliária nos terrenos que está prevista atravessar. A actual variante do Fojo foi executada precisamente para dar resposta ao trânsito que se acumulava na EN 103, na zona de Gualtar, pelo que não faz sentido construir uma nova variante a Norte desta freguesia. Para além disto, saiu reforçada desta reunião a ideia de que existem alternativas viáveis ao actual ante-projecto. Será apenas necessário criar uma via de acesso ao Hospital a partir da variante circular de Braga, acesso que termina neste equipamento essencial à cidade, não se desenvolvendo para Norte. Seria também necessário melhorar os acessos a partir da zona Nascente da cidade de Braga. Esta proposta tem muito menos custos para o erário público e causa menos impacto na zona protegida Sete Fontes.

Em nome da Terra, em nome de Portugal, de Braga e do Património, pedimos que seja garantida a salvaguarda deste imóvel classificado e da zona verde envolvente.

o grupo peticionário

26 abril, 2010

FuteBoys tem rosto

Pedido de divulgação
projecto editorial código das Palavras e da Revista FuteBoys

Agradeço que divulgue o máximo possível o projecto editorial Código das Palavras, proprietária da Revista Futeboys e seu respectivo site (http://www.futeboys.pt/)
Tendo em conta, que é um projecto absolutamente independente dos sectores políticos, religiosos, grupos económicos, lóbis maçónicos, bem como dos sectores económicos do futebol e outros, etc., etc.,
Na actual conjuntura só terá êxito se os sectores da sociedade civil o apoiarem militantemente. Por essa razão e atendendo ao prestigio que o Blog de V. Exa tem hoje na sociedade portuguesa apelo que o divulgue o mais possível na blogosfera.
Atentamente
O filho do Alfarrabista, secretário do projecto