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02 novembro, 2011

Debate sobre o Plano de Pormenor das Sete Fontes

O exercício da cidadania é para todos e não só para alguns

“Primeiro vieram buscar os ciganos e eu não me importei porque não era cigano;

depois vieram buscar os judeus e também não me importei porque não era judeu;

a seguir os comunistas, depois os liberais e os católicos,

e não protestei porque não era comunista, nem liberal, nem católico;

e quando me vieram buscar a mim já não havia ninguém para me defender!

Depois, veio a Câmara de Braga e trouxe os empreiteiros.

As fontes secaram e da terra brotaram prédios como se fossem cogumelos.




Para os menos atentos a estas lides da defesa do Complexo das Sete Fontes, avisamos que HÁ ENCONTRO MARCADO no próximo dia 4 de Novembro (6ª feira), pelas 21:30H, na Junta de Freguesia de S. Victor.
O evento é de grande importância, pois trata-se de um debate sobre os termos de referência do Plano de Pormenor das Sete Fontes apresentado pela CMB e que se encontra em fase de participação pública pelo período de 30 dias, desde 19 de Outubro.
Para mais informações, consultar o blogue.
O Grupo de Peticionários, a ASPA e a Jovemcoop vão participar como elementos da mesa, a convite da Junta de Freguesia.
A democracia exige participação e intervenção.
Divulguem, contribuam para a promoção da cidadania activa ... que bem precisa é, em Braga.
Contamos com a divulgação do evento e com a presença dos setefontistas.

26 maio, 2011

Atentado nas Sete-Fontes





Um dia após a publicação do Decreto n.º 16/2011 que classifica o sistema de abastecimento de águas à cidade de Braga no século XVIII, designado por «Sete Fontes» como monumento nacional, verifica-se que o acesso à mina do Dr. Amorim (a primeira a contar de cima) e à bica de abastecimento público de água, encontra-se vedado, seja por uma rede de malha sol no sentido ascendente, seja por um enorme portão no caminho de acesso no sentido Norte-Sul.
Que significa isto?
Alguém pode esclarecer?
Será que a classificação do complexo das Sete-Fontes exclui esta mina?
Como é possível interditarem o acesso ao local, onde outrora era um caminho público?
Foi mais uma daquelas permutas à moda da Câmara de Braga?

Junta de S. Victor, ASPA, JoveCoop, Peticionários e cidadãos em geral, esta é uma situação de alerta vermelho.
Será este o espaço destinado à área de edificação, onde a mina poderá ser transformada em quiosque?
Ou será que a referida mina reverteu a favor do novo Hospital, passando a designar-se "Mina José de Mello Saúde"?

Quem pode esclarecer esta situação?

25 maio, 2011

Área de construção prevista para as Sete-Fontes foi revista em baixa. Mesmo assim, equivale a 30 campos de futebol



Segundo o DM de hoje, 1/3 da área das Sete-Fontes vai ser dedicada à construção. Segundo a CMB, o Parque das Sete-Fontes vai ter uma área equivalente a 30 campos de futebol, sendo dado como adquirido, a instalação de um "Centro Interpretativo da água" que deverá ser a estrela e que a edilidade pretende que as obras tenham início até ao final do presente ano.

Será que a sua construção vai rivalizar com as famosas piscinas olímpicas, cujas ruínas começam a despertar o debate acerca da necessidade de classificação como "monumento arqueológico" por parte do IGESPAR?

Segundo a CMB, para a arrecadação de receita necessária à execução do parque verde das Sete-Fontes vão também contribuir as taxas sobre os projectos imobiliários que serão licenciados nas franjas do parque.

Há que estar alerta acerca do que consideram as franjas do parque, pois, como se pode depreender, a CMB sofreu mais uma derrota, mas conseguiu mesmo assim, acautelar os interesses dos especuladores imobiliários.

É importante saber em concreto onde vão ficar as zonas destinadas à especulação imobiliária.

MINISTÉRIO DA CULTURA
Decreto n.º 16/2011
de 25 de Maio
O presente decreto procede à classificação como monumentos nacionais da Casa do Passal, dos Concheiros de Muge, da Igreja do Carmo, do Terreiro da Batalha do Ameixial, do antigo Convento dos Eremitas de São Paulo da Serra de Ossa ou de Jesus Cristo, incluindo a cerca, do sistema de abastecimento de águas à cidade de Braga no século XVIII, designado por «Sete Fontes», da Casa de Chá da Boa Nova e das Piscinas de Marés de Leça da Palmeira.

25 dezembro, 2010

Alerta vermelho: Sete-Fontes


Atenção:
Esta mina corre o risco de ser destruída com a construção da estrada mais cara do país.
Está num local pouco acessível e com pouca visibilidade.

22 dezembro, 2010

EM DEFESA DAS SETE-FONTES - URGENTE


Caro(a) Amigo(a)
Passe este mail aos seus amigos e envie o texto seguinte à senhora Ministra da Cultura
gmc@mc.gov.pt ( subscrevendo-o com o seu nome completo) de modo a pressionar o Governo a publicar em Diário da República até 31 de Dezembro a salvaguarda do Complexo das Sete Fontes, conforme recomendação da Assembleia da República.


Exm.ª Senhora Ministra da Cultura,

"As cidadãs e cidadãos que subscreveram a petição Pela Salvaguarda das Sete Fontes, discutida em Plenário da Assembleia da República Portuguesa em 06 de Outubro último, rogam a Vossa Ex.ª que dê cumprimento urgente às recomendações aprovadas por unanimidade na sequência do debate parlamentar. Como é de seu conhecimento as recomendações da AR, entre outros aspectos, instam no sentido de que a classificação do conjunto das Sete Fontes, já homologado como Monumento Nacional, seja publicada em Diário da República, bem como a respectiva ZEP, com máxima urgência (até 31 de Dezembro).As Sete Fontes constituem um monumento único no género e contexto, sendo por outro lado um recurso ambiental, paisagístico e de lazer essencial ao desenvolvimento sustentado de Braga. Só a convergência de esforços entre cidadãos e os órgãos de soberania, incluindo o Governo, pode assegurar o futuro de Portugal. Assim e sublinhando que o parecer da AR foi unânime, pedimos-lhe encarecidamente que dê a máxima prioridade à fase final do processo de classificação do conjunto das Sete Fontes, cumprindo o dever de V. Ex.ª como governante, pois tanto nós como a Assembleia da República e a DRCN já trabalhámos nesse sentido. A batalha pela conservação das Sete Fontes irá continuar, mas para que saia vitorioso o Património Nacional, é essencial a colaboração activa e em tempo útil da Senhora Ministra da Cultura.
Cordialmente,

04 dezembro, 2010

Braga - Acessos Novo Hospital - Sete Fontes Monumento Nacional

Com relação a esta notícia. http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=6038

Gostava de deixar o seguinte texto.

Uma pequena introdução, em 1999 as Sete Fontes “iniciam” o processo de classificação como monumento nacional, graças à acção da ASPA.
Em 2001 a CMB aprova um PDM, que já contempla o terreno para o Novo Hospital, não reserva qualquer espaço canal para o acesso ao Hospital e Variante à EN, dá toda a zona do Monumento das Sete Fontes como urbanizável, grande parte do mesmo como nível máximo.

No seguimento da notícia do SOL, e destes factos, seria fundamental investigar o seguinte:
- Quando foi alterado o PDM nesta zona, que passou a dá-la como urbanizável, em alguns terrenos com índice máximo?
- A inclusão dos terrenos reservados para o Hospital, foi simultânea há alteração do tipo de utilização dos terrenos?
- Quais os proprietários dos terrenos na zona envolvente das Sete Fontes e acesso ao Hospital antes desta alteração?
- Que terrenos mudaram de proprietários antes da alteração do tipo de utilização dos terrenos, para zona a urbanizar alguns deles com nível máximo?

Perante a conjugação de:
- mudança de proprietários para empresas ditas “amigas”, e de familiares, antes da alteração do PDM da zona;
- não reserva de espaço canal para o Hospital;

Uma investigação séria e útil para a sociedade portuguesa passa pelo levantamento deste tipo de situações e havendo matéria relevante esta deve ser publicada, e será alvo de grande interesse, pois além de, não se defender o interesse público (com 8M gastos em apenas 1km), destruir-se património (não foram realizados os trabalhos arqueológicos necessários, e a empresa de arqueologia que apenas acompanha os trabalhos não conhece o terreno em questão), estão também de forma ilícita a enriquecer privados.

Por: Carlos Santos

Salvemos as Sete Fonters

Sessão Pública - E depois da petição



Sábado, 4 de Dezembro · 15:30 - 18:30


Auditório do Instituto Português da Juventude. Rua de Santa Margarida


Sessão moderada Por Miguel Bandeira.

Convidados:

  • C M Braga,
  • DRCN,
  • representantes partidários.
  • Apresentação de diaporama e curto filme sobre o vale das Sete Fontes

11 novembro, 2010

Variante Novo Hospital e Variante à EN103, Estradas de Portugal ao contrário do afirmado apenas confirmou o traçado inicial que invade as Sete Fontes!


Após muita cerimónia e esperança, com o anunciado desvio do traçado da Variante à N103 pela “Estradas de Portugal” (EP), que começaria numa rotunda, eis que é anunciado o inicio da obra.

Em consulta no DRE, podemos verificar que o traçado é exactamente igual ao inicialmente proposto pela CMB, não sofreu qualquer desvio, sendo que nesta fase inicial vai apenas ser construído um troço de 700 metros, dos mais de 4100 metros previstos, apenas o troço da “Circular” até ao Nó do Hospital.
Como pode ser conferido no mapa publicado em diário da republica, com a área de intervenção agora iniciada assinalada em cinzento escuro.
http://dre.pt/pdf2sdip/2010/10/201000000/5100351004.pdf
A única alteração que é possível observar é a redução da capacidade do”Nó do Hospital” onde foram retiradas várias faixas de rodagem, e onde a Variante deixou de ser em perfil 2x2 para ser em 1x1. O restante traçado da Variante que invade a área de protecção continua presente no mapa publicado, também sem qualquer alteração.

Com a destruição por parte da EP da única possibilidade de desvio efectivo da Variante à EN103, em direcção à Quinta da Armada a Sudeste do Hospital, acabou-se desta forma por esgotar a última possibilidade de construir em simultâneo a Variante à EN103 e a Variante para o Novo Hospital, sem invadir as Sete Fontes. A utilidade que seria desviar todo o tráfego nos sentidos Braga<->Interior do Minho deixou de ser possível, e todo esse tráfego regional continuará a confluir para o “Nó das piscinas”, deixando de existir também o acesso directo ao Hospital, para quem vem dos municípios mais interiores e que fazem parte da área de influencia do Hospital.

Sendo assim e pressupondo que não existirão vias a invadir a área protegida das Sete Fontes, não se compreende porque não foi utilizada a via do “Retail” com consequente requalificação desta para acesso ao Hospital.
Basta consultar o projecto do Parque Urbano das Sete Fontes publicado pela CMB e o publicado agora em DRE para se confirmar o que aqui é dito.
http://i245.photobucket.com/albums/gg64/karlussantus/SeteFontesProjectoinicial.jpg
http://i245.photobucket.com/albums/gg64/karlussantus/SeteFontesDRE.jpg

Em suma, neste momento existem duas vias incompletas, sobredimensionadas e sem qualquer sentido, que aguardam provavelmente um esmorecimento da atenção da sociedade civil para verem os seus traçados completos.
Será portanto de exigir às entidades responsáveis o esclarecimento de como o actual problema criado será resolvido, e consequente publicação dos traçados alternativos destas duas vias, sem invadirem em 2 pontos distintos a zona de protecção das Sete Fontes.

Grato pela atenção dispensada
Carlos Santos

12 setembro, 2010

Os peticionários foram recebidos pela Direcção Regional da Cultura do Norte.

Alguns dos signitários da petição Salvem as Sete Fontes estiveram no dia 9 de Setembro reunidos na Casa de Ramalde, no Porto, com elementos da Direcção Regional da Cultura do Norte entre eles o Director Amândio Dias, que têm promovido o processo de classificação do Monumento bem como a Zona Especial de Protecção. Segundo nos afirmaram o problema da caducidade da Classificação das Sete Fontes não se coloca pois já foi homologada como Monumento Nacional por despacho governamental. No entanto advertiram para o facto da Zona Especial de Protecção, proposta pela Direcção Geral da Cultura do Norte ainda não ter sido aprovada. O Conselho Consultivo do IGESPAR já concordou com a área definida. A DRCN já se pronunciou acerca das reclamações subsequentes ao edital, mantendo a sua proposta. Porém o supracitado Conselho ainda não lavrou o parecer final, embora já tenha recebido a informação da DRCN em Março do corrente ano.

Considerando que a aprovação da ZEP é crucial para que o Monumento seja defendido de forma eficaz, os peticionários apelam à Sraº Ministra da Cultura e Srº Secretário de Estado da Cultura e ao Srº Presidente do IGESPAR no sentido de ser conferido um andamento prioritário ao processo, tanto mais que o trabalho que competia à DRCN já se encontra concluído. Seria desejável que tanto a classificação das Sete Fontes como Monumento Nacional como a respectiva ZEP fossem publicadas com a maior urgência, uma vez que a Petição será apreciada este Outono na Assembleia da República, de acordo com as declarações do relator do processo na Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, o deputado Dr. Miguel Laranjeiro.

Os peticionários estão confiantes que a capacidade científica e técnica da DRCN será compensada pela vontade política de salvaguardar um Monumento excepcional, garantindo-se assim as condições para um desfecho positivo deste processo. A conservação das Sete Fontes (sistema oitocentista de abastecimento de água à cidade e de provável origem romana), é uma mais valia histórica, ambiental e paisagística para a cidade de Braga, para o Minho e para Portugal.

29 agosto, 2010

Sete fontes em risco de perder classificação e,.... das suas minas ruirem....

Segundo a edição de hoje do Diário do Minho, o complexo eco-monumental das Sete Fontes corre o risco de perder a classificação atribuída há sete anos pelo então ministro da cultura Pedro Roseta.
Numa incusrão realizada recentemente ao interior de duas das minas, "vi claramente visto" a situação de eminente derrocada, tal como podem nas fotos abaixo (prendam-me por ter divulgado esta informação de (in)utilidade pública).
Tudo isto é consequência directa das obras de construção do novo hospital. Pena é que a CMBraga e a AGERE tentem silenciar esta situação (para evitarem mais incómodos, claro...).
Uma coisa é certa, as minas estão a ruir e, as estruturas de suporte e escoragem que lá colocaram, segundo apurámos, são estruturas "definitivamente provisórias", pois não vale a pena investir numa coisa que está debaixo da terra e que a qualquer momento pode (e vai) desaparecer.




Vamos continuar a lutar pela salvaguarda das Sete-Fontes.
Estejamos vigilantes.
Enviem-nos informação que acharem relevante, para ser divulgada.

15 julho, 2010

Audição na Comissão de Ética Sociedade e Cultura da Assembleia da República


No passado dia 14 de Julho do corrente ano, o grupo de peticionários, em representação da petição “Pela Salvaguarda do Complexo das Sete Fontes-Braga”, foi ouvido pela Comissão de Ética Sociedade e Cultura da Assembleia da República. Nesta comissão, relatada por Miguel Laranjeiro e constituída pelos deputados Frederico Castro (PS), Raquel Coelho (PSD), Agostinho Lopes (PCP), Altino Bessa (CDS) e Catarina Martins (BE), os peticionários contextualizaram historicamente o monumento, explicaram o que levou um grupo de cidadãos a constituir o Movimento e Petição de defesa das Setes Fontes e expuseram as preocupações atinentes ao processo dos acessos ao Novo Hospital de Braga, à futura variante à E.N. 103 e aos compromissos urbanísticos assumidos para aquele local.

Lamentou-se o facto da Comissão não ter em sua posse um plano actualizado dos acessos que estão para lá projectados, pois houve questões que ficaram sem resposta por falta de dados.

Após a exposição de várias situações relativas às Sete Fontes, os respectivos deputados questionaram os representantes dos peticionários com a finalidade de se contextualizarem melhor sobre o estado deste processo.

Assim, o deputado Agostinho Lopes questionou se o processo de classificação das Sete Fontes já está finalizado, se as obras do Novo Hospital de Braga afectam o Complexo e se o traçado proposto pela CMB assenta, ou não no solo e se contorna o monumento a Sul.

A deputada do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, perguntou aos peticionários se haviam já reunido com a Ministra da tutela e se conheciam o propósito das enigmáticas declarações da directora da Direcção Regional de Cultura Norte (DRCN) a propósito dos «compromissos urbanísticos assumidos».

Altino Bessa do CDS e Frederico Castro do PS apresentaram uma informação técnica proveniente da Câmara Municipal de Braga declarando um total respeito pelas disposições legais datadas de 2001. Contudo, estas disposições estão desactualizadas tendo em conta a proposta de Zona Especial de Protecção do Ministério da Cultura, de 2009.

A deputada do PSD, Raquel Coelho, questionou a relação entre a Câmara Municipal de Braga e a DRCN e confirmou a necessidade de terminar com celeridade, o processo de publicação em Diário da República do Monumento Nacional.

No final, o Deputado Miguel Laranjeiro explicou o desenvolvimento processual, que passará por solicitar mais informação às entidades competentes e envolvidas, formulando o respectivo relatório e baixando, posteriormente, a plenário.

No seguimento desta reunião, os peticionários irão solicitar, com urgência, uma audiência à Ministra da Cultura, no sentido de agilizar as questões processuais para a publicação, classificação e definição da Zona Especial de Protecção em Diário da República
In: Blogue Sete Fontes

05 julho, 2010

EP "rouba" Variante à N103, com base em argumentos falaciosos?

Projecto Acessos ao Hospital proposto pela EP

Acessos ao Hospital+fluxos

Projecto Alteração Acessos ao Hospital

Em relação às recentes notícias que dão conta do abandono da construção da Variante à N103 resta fazer a seguinte exposição.
A variante à N103 serviria para:
-Fluxos da região litoral e cidade, com o interior do Minho e Trás-os-Montes (eixo da EN103 Braga-Chaves)
-Acesso ao Novo Hospital e Pólo Universitário

A variante à N103 não surgiu apenas como necessidade de acesso ao novo Hospital, mas é um eixo fundamental no desenvolvimento da cidade e da região, criando:
-alternativa às vias cada vez mais congestionadas da cidade (vias com limite de velocidade de 50 km/h), desviando o tráfego para o troço da “circular” com limite de velocidade superior (70km/h e 90km/h)
a quem pretende aceder à região através dos nós das auto-estradas, à cidade, à área a norte da cidade pela Variante às EN101/201, ou ao novo Hospital Distrital e Pólo Universitário;
-ligação directa da população do eixo Braga-Chaves ao Novo Hospital Distrital e ao Pólo Universitário, não tendo que passar e congestionar as vias urbanas;

A louvável mobilização da sociedade civil com o intuito de proteger o património, não pode servir de pretexto à EP, para usurpar de forma camuflada a prometida Variante à N103. Esta nova via que ia ser criada traria benefícios óbvios para a cidade e para a região, e a EP com base em argumentos falaciosos está a abandonar a construção da mesma, quando apenas tinha que propor um traçado alternativo num troço de 1,2 quilómetros, do total de 4,2 quilómetros da Variante.
Como traçado alternativo ao troço em causa, este podia ser desviado para a área a Oeste do Hospital, e ser criado um pequeno troço em túnel para quem circula na Variante à N103, de forma a evitar o trânsito local do Hospital e Pólo Universitário, entre outras soluções.
Mesmo que a curto prazo a execução deste troço em forma de Variante não seja possível, por diversos motivos,
o restante traçado deve ser executado tal como previsto, criando os novos fluxos e a nova via alternativa supra citada.

Carlos Santos

26 junho, 2010

Sem névoa de dúvidas

" Os 3 Mesquiteiros"




Vale sempre a pena lutar
PELAS 7 FONTES !


A Estradas de Portugal (EP), desautorizou a CMBraga, acabando com uma espécie de “intenções” de contornos duvidosos, que envolviam a construção de um viaduto sobre as Sete-Fontes.
De acordo com o DM, a E.P. já tomou a decisão, “optando por um traçado de extensão reduzida e que põe a futura acessibilidade a ligar directamente o Nó do Feira Nova à unidade hospitalar, passando a sul do complexo monumental setecentista”.
Ainda segundo a supracitada fonte, “O trabalho de execução do traçado que deita por terra as pretensões da Câmara Municipal de Braga – a autarquia queria a rodovia com perfil de via urbana e a servir os projectos urbanísticos que foram apontados para o vale das Sete Fontes – entrou já na fase final e faz vingar a proposta da empresa pública que gere o parque rodoviário português.

Quem disse que não vale a pena lutar?
Quem tentou impedir a classificação como monumento nacional?


Braga saiu à rua e exigiu

As sete-fontes fizeram eco na imprensa nacional
Braga foi à Assembleia da República
Braga reclamou o que é seu
Braga venceu, Mesquita perdeu.


A Luta continua, vamos estar vigilantes e sempre prontos a denunciar as "más intenções" do bando de malfeitores que tudo faz para destruir a história da cidade de Braga.

10 maio, 2010

Documentário sobre as Sete-Fontes, sete anos após a desilusão de meia dúzia e a esperança de milhares

SETE FONTES, BRAGA from ana rodrigues on Vimeo.

Por: Ana Paula Rodrigues
Documentário das sete fontes realizado no sétimo aniversário da nomeação a monumento nacional. Projecto tem diferentes colaboraçõeses académicas dando o seu contributo a uma obra arquitectónica que pertence à junta de freguesia de S. Victor. O esforço tem sido notável tanto na sua divulgação como na procura de meios de preservação tanto a nível de preservarão como da sua existência. Um monumento onde se pode entrar nas entranhas da terra e ver brotar água, além da sua arquitectura singular do sc XVIII, mas com raízes romanas.

29 abril, 2010

SOS Sete-Fontes



No passado dia 22 de Abril, foi publicado um artigo no jornal Diário do Minho, com declarações da Directora Regional da Cultura do Norte. Nele frisava que «está em permanência a acompanhar o dossier das Sete Fontes» e que, «porque há compromissos urbanísticos assumidos, há que ter em conta que há terrenos comprados que têm direitos assumidos de construção (...)». Neste contexto, foi com profunda preocupação que o grupo de peticionários se reuniu, no dia em que se celebra o Planeta Terra. O planeamento urbano sustentável não pode ser estruturado com base em compromissos imobiliários e estes não podem sobrepor-se ao interesse público e ao bem-estar das populações. A preservação deste Eco-Monumento arquitectónico e arqueológico, rico em Flora, Fauna e Água, tem de ser definitivamente garantido.

Nesta reunião estiveram presentes vários técnicos da área do planeamento, entre os quais o ex-vereador do trânsito da Câmara Municipal de Braga, o Engenheiro Casais Baptista. Após detalhada análise das plantas rodoviárias do concelho de Braga e do ante-projecto da variante de acesso ao futuro Hospital, concluíram que a variante à EN 103, prevista para a zona sensível do Monumento Nacional, não constitui uma via estruturante para a cidade de Braga e para o novo Hospital. Essa variante serviria as freguesias bracarenses da zona Nascente e os concelhos da Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho e abriria caminho a mais especulação imobiliária nos terrenos que está prevista atravessar. A actual variante do Fojo foi executada precisamente para dar resposta ao trânsito que se acumulava na EN 103, na zona de Gualtar, pelo que não faz sentido construir uma nova variante a Norte desta freguesia. Para além disto, saiu reforçada desta reunião a ideia de que existem alternativas viáveis ao actual ante-projecto. Será apenas necessário criar uma via de acesso ao Hospital a partir da variante circular de Braga, acesso que termina neste equipamento essencial à cidade, não se desenvolvendo para Norte. Seria também necessário melhorar os acessos a partir da zona Nascente da cidade de Braga. Esta proposta tem muito menos custos para o erário público e causa menos impacto na zona protegida Sete Fontes.

Em nome da Terra, em nome de Portugal, de Braga e do Património, pedimos que seja garantida a salvaguarda deste imóvel classificado e da zona verde envolvente.

o grupo peticionário

03 novembro, 2009

Sete Fontes em consulta pública

“Primeiro vieram buscar os ciganos e eu não me importei porque não era cigano;

depois vieram buscar os judeus e também não me importei porque não era judeu;

a seguir os comunistas, depois os liberais e os católicos,

e não protestei porque não era comunista, nem liberal, nem católico;

e quando me vieram buscar a mim já não havia ninguém para me defender!

Depois, veio a Câmara de Braga e trouxe os empreiteiros.

Finalmente, chegou a consulta pública.....

As fontes irão secar?. Uma esperança renascida ou uma oportunidade há muito perdida?

Se ainda não conhece,

visite as Sete-Fontes,

leve os amigos, divulgue

Ajude-nos a salvar o pouco que resta....




24 julho, 2009

Vigília nocturna às Sete Fontes

O Complexo Monumental das Sete Fontes é uma herança do Séc. XVIII, que começou a ser esboçada na época romana e que chegou aos nossos dias. Merece, pois, o nosso constante carinho, estima e zelo.

Assim, no âmbito da actividade “O Nosso Património – V Edição”, a Junta de Freguesia de S. Victor e a JovemCoop vão promover uma actividade inédita e inovadora, que permitirá conhecer o Complexo das Sete Fontes de uma perspectiva completamente diferente.

Sob a insígnia “ Sete Fontes – Monumento Cinco Estrelas!”, a Junta de Freguesia de S. Victor e a JovemCoop convidam todos os cidadãos de Braga e demais amigos para um encontro no Largo da Senhora-a-Branca, pelas 21h15 do dia 24 de Julho, onde se irá visualizar um vídeo sensibilizador sobre as Sete Fontes, da autoria da Junta de Freguesia de S. Victor e onde se apresentará, pela primeira vez publicamente, o blog Braga Romana, da autoria de Vítor de Sousa e Ricardino Pedro, onde se abordam as difíceis questões sobre a construção e preservação do Património(onde se inclui o caso das Sete Fontes).

Após estas apresentações, irá ser colocada na fachada do edifício da Junta de Freguesia de S. Victor uma lona alusiva à protecção do Complexo das Sete Fontes e que lançará o mote dos trabalhos a realizar na última semana, dedicados às Sete Fontes, no Campo de Trabalho”O Nosso Património – V Edição”.

Em seguida, propõe-se uma caminhada em forma de vigília nocturna até às Sete Fontes (quem desejar ir de carro deve esperar pelo grupo junto da cabine de electricidade, situada no fundo da Rua Nuno Morais, Areal) onde junto das Minas Gémeas do Dr. Alvim haverá uma observação nocturna dos astros e constelações, promovida em colaboração com a ORION – Sociedade Científica de Astronomia do Minho.

Os elementos da ORION explicarão o mapa celestial, as várias constelações e as estrelas que as formam. A vigília prosseguirá pela noite dentro, junto das Mães de Água do Dr. Alvim, com música, cantorias, conversas e boa disposição.

Este convite é extensível a todos quanto desejarem participar, havendo a recomendação que os participantes tragam lanternas, violas ou outros instrumentos, calçado confortável e agasalhos apropriados, bem como alguns géneros alimentares para a ceia nocturna.

Cremos que com esta actividade poderemos afirmar que as SETE FONTES são um MONUMENTO CINCO ESTRELAS!”
Com os nossos melhores cumprimentos,

Ricardo Pereira da Silva (JovemCoop)

Firmino Marques (Junta de Freguesia de S. Victor)

Para mais informações: Rua de S. Marcos, nº 118, 3º, 4700-328 Braga
telef.: (+351) 253 278 281 tlm.: (+351) 965 356 636

12 maio, 2009

Nova caminhada às Sete-Fontes

Eu vou, e tu?
A Junta de Freguesia de S. Victor, em colaboração com a ASPA, a JovemCoop, a Quercus e o Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, vai promover, no próximo dia 17 de Maio, uma grande caminhada até às Sete Fontes.

Esta caminhada iniciar-se-à às 10h da manhã, no Largo da Senhora-a-Branca, contudo, iremos promover rastreios gratuitos à glicemia e ao colestrol, pelo que os interessados deverão comparecer no mesmo Largo a partir das 9h.

À escolha dos participantes estão dois percursos, A – pelo Areal; B – pelo Bairro da Alegria. Os grupos reunir-se-ão na Fonte do Dr. Amorim e em conjunto descer-se-à pelo Complexo Eco Monumental das Sete Fontes.

Pelo expostos, gostaríamos de convidar V Exª a participar, bem como a promover a divulgação deste evento no V/ Blog. Afinal, acreditamos que é uma matéria querida de todos nós. Aproveitamos a ocasião para sugerir uma consulta regular ao site www.jovemcoop.com , pois lá podem encontrar actividades e iniciativas do V/ interesse.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Ricardo Pereira da Silva

(Coordenador Geral--Jovem Cooperante Natureza/Cultura)
Rua de S. Marcos, nº 118, 3º4700-328 Braga
telef.: (+351) 253 278 281
tlm.: (+351) 965 356 636
fax.: (+351) 253 213 958