Lembram-se daquele poema de Henrique O'Neill, do antigo livro da 4ª classe? A mensagem está "quase quase" a ficar novamente actualizada, pois, as comadres começaram a zangar-se..
Um moleiro e um carvoeiro
Travaram-se de razões;
Era um da cor da neve;
Outro da cor dos carvões.
Cada qual deles teimava
Que o outro mais sujo estava;
Tinham ambos a mão leve,
Choveram os bofetões.
E qual foi o resultado?
Um ao outro se sujou;
Pois ficou,
O carvoeiro, empoado;
E o moleiro, Enfarruscado.
Era um da cor da neve;
Outro da cor dos carvões.
Cada qual deles teimava
Que o outro mais sujo estava;
Tinham ambos a mão leve,
Choveram os bofetões.
E qual foi o resultado?
Um ao outro se sujou;
Pois ficou,
O carvoeiro, empoado;
E o moleiro, Enfarruscado.
Assim fazem as comadres,
Se começam a ralhar;
Assim fazem os compadres,
Se a política os separa:
Cada qual sem se limpar,
Consegue o outro sujar;
Nem é isso coisa rara.
ATENÇÃO: ISTO NÃO TEM NADA, MESMO NADA A VER COM ACONTECIMENTOS RECENTES, mas se substituirem nomes dos personagens, assenta que nem uma luva no contexto bracarense.....
Qualquer semelhança com a realidade, é pura coincidência.
Quem seria o carvoeiro? E_P_E_ TE_R_
Quem seria o moleiro? M _ _ _ _ _ _ _
E os burros somos nós?