Muito se tem falado e escrito acerca do destino a dar à antiga sala de espectáculos S. Geraldo.
Pois bem, onde menos se espera, ouvem-se notícias que certamente darão que pesnar a qualquer bracarense.
Algures sobre os céus da Europa, enquanto enquanto matava o tédio da viagem com leituras sobre o meu trabalho diário, duas personalidades bracarenses viajavam a meu lado, conversando toda a viagem sobre temas obviamente ligados às suas profissões.
A certa altura, não consegui tapar os ouvidos, quando falaram e discutiram o futuro que está reservado para o S. Geraldo:
- nada mais nada menos que um Silo-auto e, pelo que depreendi da conversa, o projecto está feito e abençoado, faltando acertar apenas alguns pormenores.
A ser verdade, e numa altura em que a CMB diz-se apostada em parques subterrâneos para afastar o trânsito do centro da cidade, este será mais um parque que tem uma única função, a de continuar a chamar mais trânsito para o centro bracarense.
Assim, confirma-se que a cultura não é, nunca foi e nunca será uma paixão deste executivo camarário.
Moral da história:
Por mais longínqua que seja a distância, acabamos por estar sempre bem perto.