05 junho, 2011
fechou-se o ciclo da SOCRETINICE, vamos festejar
17 maio, 2011
A ÚLTIMA CEIA?

JESUS AINDA NÃO TINHA DISTRIBUÍDO O PÃOZINHO (SAQUE) POR TODOS, E O APÓSTOLO MAROCAS JÁ IA NA BICA..
07 maio, 2011
Rómulo Machado no Congresso Xuxa-lista
----- Tenho a certeza que o "líder" não gostou da brincadeira. Algo me diz que este senhor, que falou muito bem, daqui a dias é "convidado" a sair do partido!!!!! Falou demais e o Zé não gosta!
Permitam-me que vos envie este vídeo que prova duas coisas:
1-Em quase 10 000 pessoas numa sala e mais um ou dois milhões no país, há homens (neste caso, um) que têm esta coragem!
2-A comunicação social é a actual máquina manipuladora de opinião pública. A seguir aos obscuros mercados financeiros, os media são o maior monstro da existência humana! O tempo dar-me-á razão! Aliás... já está a dar!
Quando 3 televisões dedicam horas a transmitir discursos vitoriosos do maior monstro da história da democracia portuguesa, não foram capazes de dedicar um segundo apenas a este homem!
04 maio, 2011
25 abril, 2011
Cai a mentira, ganha Portugal.
Recebi, concordo, divulgo. Pelas conquistas de Abril, Faz o mesmo.
Cai a mentira, ganha Portugal.
Os verdadeiros socialistas deviam ponderar bem o seu voto nas próximas eleições e aproveitarem para mandarem o pacóvio para a terra assinar projectos de barracas.
Uma certeza podem ter, acabaram-se os tachos porque já acabou o caroço, gastaram-no até aos próximos 40 anos.
Este Primeiro-Ministro não tem competência, não tem carácter, não tem palavra.
É um falso engenheiro pacóvio mentiroso compulsivo Só tem temperamento di capo.
Desgovernou com mentiras sucessivas, a cavalo da propaganda paga com o nosso dinheiro bem com a Imprensa paga que tanto o apoia, como um produto obsoleto do séc. XX.
Atacou, um a um, todos os pilares do Estado de Direito: a independência dos tribunais, a liberdade de imprensa, a separação de poderes, o respeito institucional. Instalou-se no poder espalhando o seu séquito de Varas, Penedos e Ruis Pedros Soares, dos Silvas (Santos e Pereira).
Afundou 40 anos do nosso futuro em parcerias público-privadas com consórcios e empresas onde pululam milhares de amigos e ex-ministros socialistas com vencimentos obscenos.
Passou o mandato de buraco em buraco, sempre a tentar tapar e sempre a tentar esconder, sem estratégia de crescimento ou projecto de país. E deixou-nos na banca rota oculta. Oculta, sim. Porque tudo no país está mais oculto e opaco, porque os números do Governo já não são fiáveis como vai acontecer com a revisão do défice de 2010.
Como se está a descobrir, no que é só o princípio de um buraco que, se descoberto, será maior, e que o Presidente e os partidos pretendem ocultar para evitar males maiores.
Esse altíssimo preço da perda global de credibilidade e soberania - é o que já estamos a pagar e vamos pagar mais ainda. E sai, falso ofendido, com um discurso de vitimização, a acusar os outros da crise que ele próprio criou, urdiu e que nos levou à bancarrota.
Votem em quem quiserem mas nunca votem em Sócrates.
É demasiado mau, sai demasiado caro.
04 janeiro, 2011
24 fevereiro, 2010
Audição na Comissão de Ética
24.02.2010 - 15:35 Por Maria Lopes
O director do "Expresso" contou hoje na Comissão de Ética que na véspera da publicação das notícias sobre a polémica licenciatura de José Sócrates, o primeiro-ministro lhe "telefonou a pedir por tudo que não publicasse" o artigo.
Henrique Monteiro, que está a ser ouvido na comissão, afirmou que foi "pressionado e de uma forma bastante clara".
"Na noite de uma quinta para sexta-feira o senhor primeiro-ministro telefonou-me e pediu-me por tudo para não publicar uma notícia sobre a sua licenciatura", contou o director do Expresso, acrescentando que estiveram "mais de uma hora ao telefone", e que questionou várias vezes José Sócrates se "queria fazer algum desmentido ou correcção".
Mas não, o primeiro-ministro pedia apenas, e reiteradamente, para que o texto não "fosse publicado". "Antes disso", contou ainda Henrique Monteiro, "já várias pessoas, políticos e não políticos me tinham manifestado incomodidade ou estranheza por notícias que tinham saído, mas por notícias que ainda não tinham saído foi a primeira vez".
Henrique Monteiro escreveu depois a José Sócrates uma "carta pessoal, onde disse que lamentava muito estas pressões". "O senhor primeiro-ministro nunca arranjou cinco minutos para me responder", lamentou.
As pressões, afirmou o director do "Expresso", são situações muito desagradáveis. O jornal, disse "pagou um preço": "Passámos a ter mais dificuldade para ter acesso às informações. Henrique Monteiro classificou o episódio de José Sócrates como a segunda maior pressão que alguma vez sofreu. A maior pressão foi, porém, de cariz económico: quando o BES, desagradado com um texto de um jornalista do Expresso, não colocou qualquer anúncio no jornal do grupo Impresa durante um ano e meio.
NOTA: Não acham que são coincidências a mais para acreditarmos que o nosso PM está a ser alvo de uma tentativa de assassinato político? No Japão ele já teria feito harakiri.
E o povinho português (ignorante) mais uma vez extasiado com JS, pois tem sempre a resposta pronta na ponta da língua.
Como é possível este país andar prá frente?



