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08 dezembro, 2010

Projecto Floresta do Minho

Após os últimos incêndios que assolaram a região do Minho, um grupo de cidadãos resolveu criar um projecto que denominaram de «Projecto Floresta do Minho».
O Projecto arrancou no dia 16 de Agosto de 2010.
Este projecto vai agora constituir-se juridicamente sob a forma de uma «Fundação», contando para tal com o apoio jurídico de algumas das mais respeitadas sociedades de advogados do País e da região, que apoiam a causa a título de responsabilidade social.
Este projecto tem como principais objectivos:

  • Construir um Viveiro Florestal e oferecer as árvores para reflorestar o Minho;
  • Apoiar uma nova Gestão e Planeamento da Floresta do Minho;
  • Unir e sensibilizar a Sociedade Civil em torno de um objectivo e uma causa comum;
  • Cadastro Florestal;

Pretende-se com este Projecto que a Floresta do Minho constitua um exemplo a ser seguido quer entre portas, em Portugal, bem como um projecto modelo para o resto dos países membros da União Europeia.
A primeira Fase deste Projecto, será a produção de plantas como o Carvalho, Pinheiro, Sobreiro, Azevinho, em Ponte de Lima, na Quinta das Pentieiros. Avançaremos para uma 2ª.Fase em Viana do Castelo, onde faremos um aumento na produção de Plantas autóctones. Na fase de produção reuniremos com as associações florestais, juntas de freguesia, Câmaras Municipais para em conjunto estudarmos a reflorestação de todo o Alto-Minho.
Trata-se de um projecto que nasceu na sociedade civil mas que carece do apoio de todos, Associações Florestais, Câmaras Municipais, Juntas de Freguesias, Associações Empresariais, Empresas, Bancos, Igrejas.
Esta Fundação, este projecto “Floresta do Minho” com o apoio e contributo de todos será o Projecto… e não mais um Projecto, queremos que o mesmo constituía um exemplo de união de uma região em torno de uma causa comum e que a todos nos diz respeito.
Com os melhores cumprimentos,

Carlos Meira

www.florestadominho.com

04 fevereiro, 2009

Os cus, as mamas, os lobos e as cabras do costa guimarães


Numa das habituais sessões para colocar a leitura em dia, mal abro “O Balcão”, deparo-me com uma citação, que impressionou ainda mais que as afirmações mais bombásticas proferidas nos últimos tempos. Não se trata dos muçulmanos do D. José Policarpo, do “acordar Braga” de D. Jorge Ortiga, das futeboladas do Salvador Britalá e do Mesquita Ma(n)chado, nem muito menos do ministro Mário Lino ou do George W. Bush.

Vejamos:

“(…) Os direitos dos lobos e das águias ou das cabras não podem sobrepor-se aos direitos arduamente conquistados pelos humanos”
Costa Guimarães, JORNALISTA, in Correio do Minho.


É deveras degradante e deprimente, ver este profissional (?) da comunicação social a exibir orgulhosamente tamanha ignorância.

Se o planeta chegou ao estado em que se encontra, foi precisamente devido ao facto do Homem ter agido como pensa o Sr. Costa Guimarães
.

Mas deixo-lhe um conselho amigo: Em vez de andar à procura de cus e mamas, para enfiar diariamente no traseiro do Correio do Minho, talvez fosse melhor cultivar-se em matéria de desenvolvimento sustentável. Só lhe fazia bem e talvez aumentasse o número de leitores dos seus abomináveis artigos.

Olhe que o desenvolvimento sustentável é o único caminho a seguir. Trata-se de um desenvolvimento que dá resposta às necessidades do presente, sem comprometer as gerações vindouras. Mas atenção, ele tem que ser economicamente viável e socialmente justo.

Só assim, haverá lugar para o lobo, para a cabra, para a águia, para o javali, ….. e também para os Costas Guimarães deste mundo.