16 fevereiro, 2012
Negócio de Rua em Braga - artigos em 2ª mão,
22 abril, 2011
Braga 2012 - Capital europeia da juventude - Yes Meo

Por: James Gill21 novembro, 2010
Movimento contra curva da circular de Braga (Feira-Nova)
Braga- As autoridades não têm quantificados os acidentes (ou não revelam) que ocorrem na denominada curva do Feira Nova, avenida Padre Júlio Fragata, circular de Braga, mas os moradores dos prédios circundantes dizem que, em dias de chuva, chegam a ultrapassar as duas dezenas. Uma aluna da Universidade do Minho venceu um prémio, no âmbito da Prevenção Rodoviária, incidindo a sua investigação neste "ponto negro", que é a curva mais perigosa de Braga e descobriu que as causas para tão grande número de sinistros estão identificadas, mas tardam a ser aplicadas medidas que solucionem o problema.
"Uma das principais causas para os sinistros, muito apontada pelos responsáveis entrevistados e constatada no estudo observacional, é o excesso de velocidade a que os automobilistas circulam. Das medidas apontadas pelos entrevistados e das que nos parecem mais eficazes para controlar o problema dos acidentes na zona, destacamos a colocação de radares de controlo de velocidade em toda a avenida, como forma de impedir o excesso de velocidade que é a grande causa dos acidentes (sobretudo os mais graves) naquela e noutras zonas do país", lê-se nas conclusões do estudo de Maria Adriana Carvalho.
Só que a grande parte dos condutores acidentados naquela curva garante que a velocidade não foi a causa fundamental do acidente. "A minha mulher vinha a 50 quilómetros/hora. A curva apresenta uma inclinação normal, até certa altura, em que fica, subitamente, ao contrário. Quando chove mais forma-se um lençol e para ali são arrastados detritos, óleo e folhas que provocam os despistes", afirma José Gonçalves, um dos impulsionadores da constituição do movimento. "Os cidadãos deviam mover-se e cortar a estrada, porque aquilo é uma aberração. Se não fizermos nada vai morrer ali alguém. As autoridades não fazem nada", resume este bracarense que viu a mulher despistar-se no local, seguindo-se o capotamento do carro em que seguia. Pelas razões que alega, José Gonçalves pretende avançar com uma acção em tribunal. Também Nuno Matias revelava descontentamento, após ter embatido num suporte de um pórtico, em aresta viva, que existe no sentido descendente.
Aquando da elaboração do estudo, a aluna Maria Adriana Carvalho, do mestrado em Educação para a Saúde, da UMinho detectou "a deficiente construção da curva (inclinação contrária e muito fechada); "A curva tem "um ligeiro defeito, é muito apertada e (simultaneamente) propícia a altas velocidades, o que provoca acidentes; O piso escorregadio, supostamente devido à acumulação de combustível proveniente do abastecimento dos carros junto a uma bomba de gasolina próxima".
PEDRO VILA-CHÃ - in: JN
16 agosto, 2010
Circular em contra-mão junto ao Retail-Center
10 julho, 2010
30 maio, 2010
O que hoje partilho com o povo de Braga em Geral e o Aníbal Corrécio em particular
não levem a mal de eu gostar tanto dela....
não levem a mal por falar tanto dela...
01 março, 2010
FEIRA DO LIVRO - QUO VADIS?
Recomendação do Bloco sobre a Feira do Livro de Braga, aplaudida por toda a oposição, que a maioria "dita" socialista chumbou. Tendo-se iniciado timidamente em 1992, afirmou-se pioneira quer quanto à sua realização em recinto coberto, quer quanto a uma programação cultural paralela até então invulgar em iniciativas do género.
A presença de grandes nomes da literatura, da arte e da cultura portuguesa e europeia (basta lembrar os nomes de J. Derrida e M. Vazquez Montalban, de Serge Reggianni e de Paco Ibañez), a que não é alheio o papel desempenhado por José Manuel Mendes, proporcionou a realização de sessões, debates e espectáculos de grande qualidade, que atraíram numeroso e interessado público e deram grande visibilidade ao certame.
Tal facto reflectiu-se na presença das principais editoras portuguesas em pavilhões próprios, que traziam milhares de títulos, com as suas últimas novidades literárias, bem como fundos bibliográficos menos acessíveis, que chamavam milhares de visitantes.
De referir ainda a forte presença de livrarias e editores minhotos que bem precisam de dar-se a conhecer, bem como dos sempre apetecíveis alfarrabistas.
Infelizmente nos últimos anos a Feira foi perdendo importância e capacidade de atracção. O número de expositores, também devido aos custos de aluguer dos pavilhões e da ocupação do espaço, diminuiu em quantidade e qualidade o que, aliado à distância do Pavilhão do(s) centro(s) da cidade e a alguma falta de condições do recinto (os expositores e visitantes queixavam-se sobretudo do frio), fez diminuir drasticamente a afluência do público. O próprio programa cultural, ex-libris da Feira, embora mantendo alguma qualidade, foi perdendo o fulgor que o tinha caracterizado, sendo cada vez mais raras as figuras de renome que participavam nos debates, colóquios e lançamentos de livros, alegadamente por falta de investimento municipal nesta manifestação cultural, dado que o Ministério da Cultura, de há uns anos a esta parte, deixou de a apoiar.
Citando Alexandre O’Neill, estávamos a ficar perante uma feira cabisbaixa.
Trazer o livro para a rua, em Braga, significa pô-lo em contacto mais direto e imediato com as pessoas, em local central, que a população frequente e de que possa usufruir livremente.
Trazer o livro para a rua significa também que se continuem a realizar actividades culturais paralelas no espaço circundante, utilizando espaços de diversas instituições como o Museu Nogueira da Silva, a Casa do Professor, o Inatel e o Edifício dos Congregados (que possuem auditórios), recorrendo aos cafés e esplanadas da zona, às livrarias, ao Coreto da Avenida (para recitais de poesia ou iniciativas com crianças) e mesmo ao Teatro Circo, para o espectáculo musical que costuma assinalar o início da Feira.
Trazer o livro para a rua é fazer uma festa do livro, envolvendo toda a população e agentes culturais e, simultaneamente, atraindo visitantes e turistas para quem o livro é essencial ou procurando seduzir para um primeiro contacto aqueles que mal o conhecem.
Recomendação
Dada a necessidade de se inverter esta situação de forma a reconciliar a população de Braga e os seus visitantes com uma Feira que promova e estimule os hábitos de leitura
A Assembleia Municipal de Braga, reunida a 26 de Fevereiro de 2010, recomenda à Câmara Municipal de Braga que:
1- A edição de 2011 da feira do Livro de Braga seja realizada ao ar livre, na Avenida Central,
O Grupo Municipal do Bloco de Esquerda
Por sua vez, "Bracara Angústia" dedica "Liberdade" ao Grupo Municipal do Partido Socialista
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca..."
Fernando Pessoa, Liberdade
26 setembro, 2009
Onde pára o busto do Dr. Gonçalo Sampaio?

Após o abandono a que foi votado o parque da ponte, muitas foram as vozes que se interrogaram sobre o paradeiro do busto do Dr. Gonçalo Sampaio.
Quem souber que responda, mas o pedestal já foi encontrado pelo nosso repórter. Jaz actualmente numa espécie de sucata transformada em estaleiro, no meio de escombros e pedregulhos, algures nos arredores de Braga, propriedade não se sabe de quem, mas dá para imaginar.
O pedestal já está levantado (aqui ficam os agradecimentos), falta apenas devolvê-lo à cidade.
Qual respeito qual carapuça são pedras e não passam disso. Afinal o que é um busto de um botânico por mais famoso que seja ao pé da revolução urbanística operada pelo nosso Presidente Mesquita Machado que criou todas as condições para que os bracarenses não vivessem em casebres mas em casas dignas e em muitos casos apoiadas pela própria Câmara? Sr. Zé de Braga ! Uma coisa é certa o caso que apresenta é aborrecido...mas o que é que conta mais ? O bem estar dos bracarenses vivos ou um bracarense ainda que notável mas já falecido que por menos cuidado não o honraram devidamente ao não terem acautelada o seu busto ?
26 de Setembro de 2009 23:02
Blocos... são vossas senhorias. Não conseguis rebater a pertinácia da nossa argumentação. Sim que interessa ao fim ao cabo bustos, pedras, calhaus, blocos, penedos...ao pé da vida dos que labutam no dia a dia e fazem Braga crescer e desenvolver rumo ao socialismo democrático, moderno e de esquerda ? Dos que querem MUITO MAIS BRAGA e a renovação do mandato de Mesquita Machado ? Tenhais juízo senhores, porque não serão umas míseras pedras que hão-de obstruir o caminho ao PS e ao Presidente da autarquia da nossa terra.
27 de Setembro de 2009 0:38
11 agosto, 2009
Quem vai suceder a H. Barreto Nunes na Biblioteca Pública?
Na linha das preocupações manifestadas no "Farricoco", recebemos do nosso amigo A. Silva, o seguinte texto para meditação:
01 agosto, 2009
E quem é que não é amigo do Henrique?
Estou cansado, já não me sinto com capacidade para ser responsável por estas duas prestigiadas instituições culturais, em tempos difíceis, com falta de meios e recursos humanos, (o Arquivo Distrital é o segundo mais importante do país, mas não possui um único técnico superior de arquivo), quase sem apoios – embora deva deixar aqui expressa a minha estima pessoal pelo Professor A. Guimarães Rodrigues e a minha gratidão ao Professor José Viriato Capela.
Na Universidade do Minho pertenci ao Conselho Cultural, presidido pelo inesquecível Professor Lúcio Craveiro da Silva, desde a sua criação em 1986, sendo seu secretário, coordenador editorial da revista “Forum” e membro da comissão organizadora do Prémio Victor de Sá de História Contemporânea. Fui membro da Comissão Instaladora da Casa Museu de Monção. Pertenci, por eleição, ao Senado Universitário e à Assembleia da Universidade, de que fui secretário da Mesa. Pertenci ao colégio eleitoral que elegeu o seu primeiro Reitor e, devido a circunstâncias especiais, presidi à Assembleia que elegeu o actual. Estive na origem do processo que conduziu ao Salvamento de Bracara Augusta, surgido na U.M. em finais de 1975, e fui um dos artífices (quer se queira, quer não) da adesão da U.M. à Rede de Leitura Pública, que acompanhei apaixonadamente de 1960 até às vésperas da inauguração da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. Colaborei em numerosas iniciativas de Escolas, Institutos, Unidades Culturais, Serviços e da Associação Académica.
Vi partir com saudade Carlos Lloyd Braga e J. Barbosa Romero, Egídio Guimarães, Armindo Cardoso e M. Assunção Vasconcelos, Afonso C. Ferreira e Alice Brito, Francisco Botelho e Hélio O. Alves, Victor de Sá e Santos Simões, Lúcio Craveiro da Silva.
Sinto uma imensa tristeza por deixar a Biblioteca Pública de Braga, os meus amigos-companheiros de trabalho, os seus leitores, os livros, a acção cultural que faz parte da minha respiração, da minha vida.
Ainda tinha tanto que fazer…
Braga, Biblioteca Pública, 31 de Julho de 2009
Henrique Barreto Nunes
Só lá faltam as ratazanas!
Hoje, não resitimos em publicar um pedido de esclarecimento de uma leitora que amavelmente nos enviou as respectivas fotos, testemunhos da imensa porcaria que grassa pela nossa cidade.
Olá, venho por este meio perguntar-lhe se sabe de quem é a responsabilidade da Limpeza e Manutenção da Circular Externa de Braga., pois por motivos profissionais passo por lá todos os dias, há mais de 1 ano e a verdade é que está uma miséria e um perigo para a segurança dos veículos e seus ocupantes.
28 julho, 2009
Questões de blogues (?) motivam tentativa de agressão.
Martinho disse...
Ho Zé;Ontem parece que houve mosquitos ou vespas por cordas, ali para os lados da sé. A coisa parece que tinha a ver com blogues. O que sabes do assunto?
28 de Julho de 2009 16:57
E o repórter entrou em acção.
De facto, nos últimos tempos, têm surgido na blogosfera bracarense, umas postagens do tipo “curtas, frescas e boas” a respeito de um famoso jurista (segundo dizem, não pelas melhores razões) cá do burgo.
Ao que o Bracara Angustia conseguiu apurar, na noite da passada segunda feira, os referidos cidadãos cruzaram-se num conhecido bar do centro histórico da cidade de Braga. De acordo com a nossa fonte, o tal jurista, quando nada o fazia prever, agrediu à falsa fé (como se de uma abelha vespa tratasse) e pelas costas o tal cidadão. A vítima, ao tentar reagir com os próprios meios em legítima defesa, foi imediatamente manietada, tal como o agressor, por um grupo de cidadãos que se encontravam no local.
Terá isto a ver com a tal “personagem mistério”, que pelos vistos anda a intrigar muito boa gente?
Para um bom entendedor, meia palavra basta….
Moral da história: Não se deve fazer justiça pelas próprias mãos. Pelos vistos, no melhor pano caiu a nódoa. Bem prega frei Tomás….
21 julho, 2009
PROT-N: Braga, qual o seu papel?
- Guimarães possui a A11 que a liga a Norte, e a Sul, possui a A7 que a liga a Este e Oeste, e a torna próxima de toda a sua Área de Influencia(AI) definida pelo INE, reforçando ainda a sua integração na região.
- Famalicão possui a A3 e A7 que também a ligam a Norte, Sul, Este e Oeste, e está projectada a construção da Variante à N14, que será clivada na ligação a Braga, aproximando-a ainda mais do Grande Porto e afastando-a intencionalmente de Braga.
- Povoa do Varzim e Vila do Conde, A28 e A7, que a equilibram e aproximam a Norte, Sul e Este da região em que se inserem.
- Viana do Castelo A28, A27, novo IC28 e o novo troço da A28, aproximam-na de toda a sua Área de Influencia definida pelo INE.
- Vila Real A24 e IP4, ligam-na a Norte, Sul, Este e Oeste, etc…
Por seu turno, em Braga verifica-se uma localização desfavorável da A3 e A11, com traçados não pensados em Braga como centro da sua AI, mas localizadas ambas a Sudoeste, e colocando toda a cidade de Braga numa posição marginal e externa, a todas as principais rodovias da Região.
Essa localização desequilibra toda a estrutura urbana da cidade, com a concentração de Nós a Sudoeste da cidade, e com a agravante da ausência de uma Circular à cidade, uma vez que em Celeirós a dita “via circular” é clivada pelos Nós da A3 e A11 em Celeirós, e na zona urbana trata-se de uma Estrada Urbana em faixa dupla, onde o limite é de apenas 50km/h.
A adicionar a isto temos o esvaziamento que é feito à AI de Braga, que mesmo com a construção do Novo Hospital Central que será a referência para essa região, e com a AI definida pelo INE, as N de Braga-Monção e Braga-Chaves, de forma absolutamente caricata e insultuosa, face ao restante Plano Rodoviário Nacional, não passam a IP, nem a IC!?, e ficam como EN que vão sofrer melhoramentos.
É insultuosa a postura do PROT-N, atendendo ainda à veemência com que dizem refutar esta constatação que a própria Câmara Municipal de Braga faz de todo este plano.
É evidente a decapitação feita ao Distrito de Braga aquando da realização das NUTS III, separando-a do restante Vale do Ave, onde se insere, e colocando o Vale do Ave junto com a região de ligação ao Grande Porto, Santo Tirso e Trofa. Afastando assim a possibilidade de consolidação do triângulo urbano difuso, entre Braga, Famalicão e Guimarães.
É evidente a centralização no Grande Porto, e o aumento de importância de outras centralidades face a Braga, com o intuito objectivo de diminuírem o papel de Braga no equilíbrio do Norte Litoral, e tornado toda a Região mais Portocentrica, com os resultados que todos podem observar, um Norte cada vez mais pobre, e um Porto cada vez mais lotado, e esgotado.
Se Braga fosse tratada como um Cidade de Equilíbrio Regional, e uma cidade centro da sua Área de Influência, as vias rodoviárias incluídas no plano de 2000-2006 e 2007-2013, seriam/serão:
- IP Braga-Chaves-Bragança- IP/IC Braga-Monção
- IC/EN Braga-Viana do Castelo (2 capitais de Distrito que não estão directamente ligadas, absurdo), complementado pelo IC seguinte.
- IC Braga-Ave Park-Guimarães, ou Variante à N101 (em túnel na zona da “Falperra” e passando a Norte de Caldas das Taipas, ligando à zona de Azurém, colocando as duas cidades a 6km do Ave Park e a 12 km entre si, equilibrando a excessiva centralização a Sudoeste das vias de acesso, e diminuído também significativamente o tempo de ligação Braga-Fafe). Este IP devia ainda ser prolongado até à união com o IP4 entre Amarante e Vila Real, passando entre Felgueiras e Celorico de Basto. Concretizando assim de forma efectiva o eixo de equilíbrio transversal a Norte, alternativo ao Grande Porto, Viana do Castelo-Braga-Guimarães-Vila Real.
- Circular de Braga (toda o arco urbano dentro da cidade, e zona dos Nós de Celeirós, teriam que receber uma verdadeira Circular alternativa a este traçado urbano e de Nós, que se verifica, e que impedem a circulação eficaz em torno da zona Urbana da cidade)
- IC de Braga-Joane-Vila das Aves (consolidando o triângulo urbano difuso entre Braga-Famalicão-Guimarães)
- Variante à N14 (ligando directamente o Aeroporto FSC ao Vale do Ave e Braga, através de um traçado a Noroeste da Maia, Noroeste de Famalicão fechando a sua Circular, e ligando à zona Sudoeste de Braga, pelo eixo Nine-Aveleda ou pelo eixo Cruz-Celeirós);
Isto sim, seria o desenvolvimento de acordo com o restante PRN, e o reforço da posição de Braga como cidade de equilíbrio regional, e como centro da sua AI, e não o insultuoso melhoramento de EN, e continuação da marginalidade que o PROT-N propõem.
Braga é a maior centralidade Nacional, se excluirmos as AML e AMP, e nunca foi tratada como tal, pela CCDR-N e pelo PROT-N, Braga tem que ser um centro de onde irradiam IP e ICs, e não uma localidade externa e marginal ao Plano Rodoviário, centralizado e fortalecido em volta do Grande Porto, onde o Vale do Ave continua a ser ligado ao Grande Porto, em desprimor pela ligação à antiga capital de Distrito, e onde a AI de Braga continua sem os ICs e IPs necessários ao desenvolvimento e equilíbrio de toda a região e da cidade de Braga.
Os mapas demonstram esta situação, os propostos pelo PROT-N demonstram a marginalidade e posição externa de Braga em relação às principais rodovias.
O mapa com as alterações propostas colocariam Braga como uma verdadeira centralidade, superior às restantes centralidades do Norte Litoral, e apenas inferior ao Grande Porto, que é o seu lugar devido, e que o PROT-N apregoa, mas não aplica.
Por: Carlos Santos
22 junho, 2009
Aqui renasceu Braga

Foi precisamente no museu erigido em honra do insigne arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532) a quem se ficaram a dever importantes medidas de remodelação urbanística em Braga, que Ricardo Rio apresentou no passado Sábado (dia 20), a sua candidatura à presidência da Câmara Municipal de Braga, perante uma plateia de cerca de um milhar de pessoas, que nem o calor (35 ºC) as fez arredar pé.
Mas a principal e bem acolhida novidade, foi a escolha do Professor Doutor Miguel Bandeira, um dos principais rostos da defesa do património histórico bracarense, para mandatário desta candidatura.
A candidatura de Ricardo Rio, começa a ser vista como supra-partidária, na qual os bracarenses dos vários sectores da sociedade civil começam a acreditar.
Os bracarenses estão fartos do compadrio, da corrupção e da inércia imprimida pelo actual elenco socialista, liderado por Mesquita Machado.
É certo que Braga cresceu, mas não se desenvolveu. É preciso devolver Braga aos bracarenses, é preciso recuperar a qualidade de vida perdida, é preciso devolver a credibilidade à Câmara Municipal de Braga.
- “ele rouba mas faz”;
- “ele é esperto que nem o tribunal consegue provar o que todos vemos com os nossos olhos (mas também nunca o declarou inocente)”;
- “se se provar algo, ele não tem nada em seu nome (um homem sério não faz coisas destas”;
- “eles são todos iguais, querem é ir para lá mamar como estes”;
- “estes já não roubam mais, é melhor deixá-los lá estar”;
- “se ele perder, lá se vai o meu emprego na TUB, o da minha mulher na CMB, dos meus 3 filhos na AGERE, etc, etc”;
Infelizmente, este é o discurso que grassa por essas aldeias fora, discurso este alimentado por quem está petrificado no poder. Apoiar este tipo de discurso, é dar cobertura à felgueirização da política, é legitimar corrupção institucionalizada, é hipotecar as gerações futuras.
Apesar do tempo perdido (33 anos), acreditamos que ainda é possível salvar o pouco que nos resta.
04 fevereiro, 2009
Os cus, as mamas, os lobos e as cabras do costa guimarães

Vejamos:
“(…) Os direitos dos lobos e das águias ou das cabras não podem sobrepor-se aos direitos arduamente conquistados pelos humanos”
É deveras degradante e deprimente, ver este profissional (?) da comunicação social a exibir orgulhosamente tamanha ignorância.
Se o planeta chegou ao estado em que se encontra, foi precisamente devido ao facto do Homem ter agido como pensa o Sr. Costa Guimarães.
17 dezembro, 2008
01 dezembro, 2008
Os rapazes do presidente
Subscrever a petição !
http://www.ipetitions.com/petition/SaveTheTemple/
09 novembro, 2008
GNR no Seminário Menor como moeda de troca?

20 outubro, 2008
O que Braga perdeu nos últimos 30 anos....


