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16 fevereiro, 2012

Negócio de Rua em Braga - artigos em 2ª mão,

A Negócio de Rua é uma feira de artigos em 2ª mão e artesanato que será realizada mensalmente em Braga a partir de Março, em parceria com associações locais. Qualquer pessoa poderá participar, seja como vendedor (reservando uma banquinha e vendendo as coisas que tem lá em casa em bom estado e que já não precisa), como comprador ou como um simples visitante.
Trata-se de um conceito de feira original, com uma forte vertente lúdica e social (com comes e bebes e música no recinto) mas também com uma componente cultural interessante, pelo que em todas as edições da feira irá decorrer um acontecimento cultural, seja uma exposição ou actuação (sempre que possível, envolvendo associações, instituições de ensino e particulares nestas acções). Pretende-se criar um espaço de convivio e de promoção cultural.
A 1ª edição será dia 3 de Março no Bar Académico (das 15h às 20h) e, em simultaneo com a feira propriamente dita, irá decorrer uma exposição de caricaturas do designer Nuno Resende (para além da música e dos comes e bebes). Quem quiser participar como vendedor deve fazer a reserva do seu espaço de venda previamente (enviando um email para feirabraga@gmail.com).
Sendo uma iniciativa que está a dar os primeiros passos, é fundamental que se aposte forte na comunicação. É necessário dar a conhecer esta iniciativa (que é sem dúvida de interesse público) a vendedores e a visitantes.


Agradeço desde já a colaboração!
Fico então a aguardar resposta,
Obrigado.
Luis Andrade
Negócio de Rua

www.negocioderua.com / facebook.com/negocioderua

22 abril, 2011

Braga 2012 - Capital europeia da juventude - Yes Meo



Por: James Gill

Caro vereador Hugo Pires.

Antes de mais,congratulo o Município de Braga, mais concretamente o pelouro da juventude,pela obtenção do título de Capital Europeia da Juventude durante o próximo anode 2012. Neste sentido, sendo um jovem bracarense bastante activo, interventivo e informado, fiquei muito expectante e motivado com a notícia de que a nossa cidade receberia este acontecimento, que me parece uma grande oportunidade e motivação para o jovens do concelho e não só.

Será que é desta que os jovens vão ter voz? E será que vão ser ouvidos? Perguntei-me. Espero e desejo que isso aconteça verdadeiramente no próximo ano, pois esse parece-me ser um dos grandes pilares do programa, a participação activa e interventiva dos jovens na sociedade. Porém foi com alguma desilusão quando, aquando da apresentação do regulamento do concurso do logótipo do evento, deparo com o ponto em que a decisão final estava centrada num grupo restrito depessoas e não nos jovens bracarenses, como penso que deveria ser, uma vez que o CEJ é dos jovens e para os jovens, por isso deveriam ser os jovens os últimos decisores deste processo, pois o signo (símbolo+logótipo) de Braga 2012 Capital Europeia da Juventude seria algo que devesse representar os jovens e com que nos devêssemos identificar. Na minha opinião, teria sido correcto escolher um pequeno conjunto de signos finalistas e sujeitar estes ao escrutínio público tornando desde oinício Braga 2012 uma verdadeira CEJ em que os jovens escolhessem o seu símbolo e “bandeira” através de um meio tão simples e plenamente implementado na cultura juvenil como por exemplo o facebook, no qual este evento já dispõe de uma conta, que também aproveito para reprovar em relação aos conteúdos, informação e actualizações. Ainda em relação ao concurso, o mesmo regulamento apresenta em outro dos seus pontos, na minha opinião, um gravíssimo erro de palmatória, como sendo a obrigatoriedade do autor colocar o seu nome completo no canto inferior direito da proposta que apresenta, o que é habitualmente invulgar em concursos deste género, contribuindo para a descredibilização e desconfiança no processo de escolha do vencedor. Não sendo um dos bastantes participantes do concurso, sendo um espectador atento, interessado e informado, sinto-me desiludido, por saber que este processo se desenrolou desta forma, que reprovo e critico. Como se isto não bastasse, ainda informaram, via facebook, no dia previsto para a apresentação pública do vencedor do concurso, sexta-feira, dia 15 de Abril, que esta se efectuaria na Praça da República (junto ao chafariz), o que não veio acontecer desenrolando-se no espaço Pedro Remy, na rua D. Gualdim de Pais, sem que fosse divulgada alteração ao programa. Parece-me que estão a brincar com os jovens bracarenses!

Em relação ao signo escolhido, graficamente parece-me interessante, bem conseguido e enquadra-se no tema da juventude, mas não se enquadrando em nada com a cidade de Braga. Repare que este símbolo podia perfeitamente estar associado a outra qualquer cidade europeia como sendo as cidades gregas que connosco concorreram à CEJ, uma vez que neste não se destaca BRAGA. Repito, o signo parece-me bastante impessoal e incaracterístico em relação à cidade e aos jovens bracarenses, o que me deixa mais uma vez desiludido e desmotivado. Para além disto ainda reparo ao facto de o lema (“folow youth”) ser apresentado em inglês e não em português, o que também está presente no signo, que na minha opinião não beneficia em nada a nossa cidade e juventude. Porque é que temos a mania de projectar sempre para fora quando os principais intervenientes, participantes e beneficiados serão os jovens bracarenses e portugueses? Porque é que escolheram um signo com um Y de “youth”quando no logótipo (parte textual) está escrito “Capital Europeia da Juventude” e não “European Youth Capital”? Parecem-me demasiadas incongruências e erros. Para terminar, como jovem atento que sou, aquando da apresentação do signo vencedor reparo nas semelhanças que este apresenta com o símbolo da “meo fibra”(ver anexo). Com isto não quero apontar para a cópia ou plágio, mas sim alertar para as evidentes semelhanças o que podem ser prejudiciais para o município e evento, pois para além de poder ser interpretado como cópia ainda pode trazer problemas de comunicação, compreensão e associação.

Resta-me apelar no sentido de se resolverem a tempo estes pequenos problemas que desde já podem manchar negativamente Braga 2012 Capital Europeia da Juventude, apelando para que o processo de escolha do logótipo seja reformulado e os jovens possam fazer a sua escolha cívica, democrática e interessada do signo que representará a nossa cidade e nós jovens bracarenses. Para terminar informo-o que a presente carta será também enviada a outras individualidades bracarenses, bem como aos distintos meios de comunicação social da região.

Cumprimentos.

JG

21 novembro, 2010

Movimento contra curva da circular de Braga (Feira-Nova)

Os acidentes são tantos que já está em curso a constituição de uma associação dos automobilistas que sofreram acidentes na denominada curva do Feira Nova. O seu primeiro objectivo será avançar com uma acção em tribunal.

Braga- As autoridades não têm quantificados os acidentes (ou não revelam) que ocorrem na denominada curva do Feira Nova, avenida Padre Júlio Fragata, circular de Braga, mas os moradores dos prédios circundantes dizem que, em dias de chuva, chegam a ultrapassar as duas dezenas. Uma aluna da Universidade do Minho venceu um prémio, no âmbito da Prevenção Rodoviária, incidindo a sua investigação neste "ponto negro", que é a curva mais perigosa de Braga e descobriu que as causas para tão grande número de sinistros estão identificadas, mas tardam a ser aplicadas medidas que solucionem o problema.

"Uma das principais causas para os sinistros, muito apontada pelos responsáveis entrevistados e constatada no estudo observacional, é o excesso de velocidade a que os automobilistas circulam. Das medidas apontadas pelos entrevistados e das que nos parecem mais eficazes para controlar o problema dos acidentes na zona, destacamos a colocação de radares de controlo de velocidade em toda a avenida, como forma de impedir o excesso de velocidade que é a grande causa dos acidentes (sobretudo os mais graves) naquela e noutras zonas do país", lê-se nas conclusões do estudo de Maria Adriana Carvalho.

Só que a grande parte dos condutores acidentados naquela curva garante que a velocidade não foi a causa fundamental do acidente. "A minha mulher vinha a 50 quilómetros/hora. A curva apresenta uma inclinação normal, até certa altura, em que fica, subitamente, ao contrário. Quando chove mais forma-se um lençol e para ali são arrastados detritos, óleo e folhas que provocam os despistes", afirma José Gonçalves, um dos impulsionadores da constituição do movimento. "Os cidadãos deviam mover-se e cortar a estrada, porque aquilo é uma aberração. Se não fizermos nada vai morrer ali alguém. As autoridades não fazem nada", resume este bracarense que viu a mulher despistar-se no local, seguindo-se o capotamento do carro em que seguia. Pelas razões que alega, José Gonçalves pretende avançar com uma acção em tribunal. Também Nuno Matias revelava descontentamento, após ter embatido num suporte de um pórtico, em aresta viva, que existe no sentido descendente.

Aquando da elaboração do estudo, a aluna Maria Adriana Carvalho, do mestrado em Educação para a Saúde, da UMinho detectou "a deficiente construção da curva (inclinação contrária e muito fechada); "A curva tem "um ligeiro defeito, é muito apertada e (simultaneamente) propícia a altas velocidades, o que provoca acidentes; O piso escorregadio, supostamente devido à acumulação de combustível proveniente do abastecimento dos carros junto a uma bomba de gasolina próxima".

PEDRO VILA-CHÃ - in: JN

16 agosto, 2010

Circular em contra-mão junto ao Retail-Center

Em Braga, estes polícias trabalham muito. Felizmente, há pessoas que têm consciência das situações e fazem com que sejam resolvidas.


30 maio, 2010

O que hoje partilho com o povo de Braga em Geral e o Aníbal Corrécio em particular

Minha terra é linda como a flor nascida no Moxico.....
não levem a mal de eu gostar tanto dela....
não levem a mal por falar tanto dela...
e todos querem acorrentá-la
e todos querem, querem robuá-la...

01 março, 2010

FEIRA DO LIVRO - QUO VADIS?

Recomendação do Bloco sobre a Feira do Livro de Braga, aplaudida por toda a oposição, que a maioria "dita" socialista chumbou.

Através da comunicação social ficamos a saber que a próxima Feira do Livro de Braga, a realizar em Abril, durará menos uma semana do que era habitual.

Tal notícia deverá preocupar os bracarenses.

Durante anos, a Feira do Livro foi a mais importante e visível manifestação cultural desta cidade, tendo servido mesmo de pretexto para iludir a inexistência de uma política cultural municipal consistente e credível.

Tendo-se iniciado timidamente em 1992, afirmou-se pioneira quer quanto à sua realização em recinto coberto, quer quanto a uma programação cultural paralela até então invulgar em iniciativas do género.

A presença de grandes nomes da literatura, da arte e da cultura portuguesa e europeia (basta lembrar os nomes de J. Derrida e M. Vazquez Montalban, de Serge Reggianni e de Paco Ibañez), a que não é alheio o papel desempenhado por José Manuel Mendes, proporcionou a realização de sessões, debates e espectáculos de grande qualidade, que atraíram numeroso e interessado público e deram grande visibilidade ao certame.

Tal facto reflectiu-se na presença das principais editoras portuguesas em pavilhões próprios, que traziam milhares de títulos, com as suas últimas novidades literárias, bem como fundos bibliográficos menos acessíveis, que chamavam milhares de visitantes.

De referir ainda a forte presença de livrarias e editores minhotos que bem precisam de dar-se a conhecer, bem como dos sempre apetecíveis alfarrabistas.

Infelizmente nos últimos anos a Feira foi perdendo importância e capacidade de atracção. O número de expositores, também devido aos custos de aluguer dos pavilhões e da ocupação do espaço, diminuiu em quantidade e qualidade o que, aliado à distância do Pavilhão do(s) centro(s) da cidade e a alguma falta de condições do recinto (os expositores e visitantes queixavam-se sobretudo do frio), fez diminuir drasticamente a afluência do público. O próprio programa cultural, ex-libris da Feira, embora mantendo alguma qualidade, foi perdendo o fulgor que o tinha caracterizado, sendo cada vez mais raras as figuras de renome que participavam nos debates, colóquios e lançamentos de livros, alegadamente por falta de investimento municipal nesta manifestação cultural, dado que o Ministério da Cultura, de há uns anos a esta parte, deixou de a apoiar.

Citando Alexandre O’Neill, estávamos a ficar perante uma feira cabisbaixa.

Afastados que estão os principais mentores da F.L. (Jorge Cruz e José Manuel Mendes), achamos que é altura de inflectir esta situação e trazer o livro para a rua.

Em Portugal editam-se mais de 15 mil títulos por ano, as redes de bibliotecas públicas e escolares constituem um sucesso indiscutível, o Plano Nacional de Leitura tem promovido o livro e a leitura, sobretudo junto dos mais jovens, como nunca se tinha verificado no nosso país, os hábitos de leitura estão a aumentar.

Trazer o livro para a rua, em Braga, significa pô-lo em contacto mais direto e imediato com as pessoas, em local central, que a população frequente e de que possa usufruir livremente.
Trazer o livro para a rua significa realizar uma Feira do Livro ao ar livre, na Avenida Central, recorrendo às tradicionais barracas (ou erguendo uma ou várias tendas), no princípio do Verão, procurando que não coincida com as F.L. do Porto e Lisboa.

Trazer o livro para a rua significa também que se continuem a realizar actividades culturais paralelas no espaço circundante, utilizando espaços de diversas instituições como o Museu Nogueira da Silva, a Casa do Professor, o Inatel e o Edifício dos Congregados (que possuem auditórios), recorrendo aos cafés e esplanadas da zona, às livrarias, ao Coreto da Avenida (para recitais de poesia ou iniciativas com crianças) e mesmo ao Teatro Circo, para o espectáculo musical que costuma assinalar o início da Feira.

Trazer o livro para a rua é fazer uma festa do livro, envolvendo toda a população e agentes culturais e, simultaneamente, atraindo visitantes e turistas para quem o livro é essencial ou procurando seduzir para um primeiro contacto aqueles que mal o conhecem.

Posto isto, o Grupo Municipal do Bloco de Esquerda, apresentou a seguinte Recomendação na última Assembleia Municipal:

Recomendação


Dada a perda de importância e de capacidade de atracção que as últimas edições da feira do Livro de Braga vêm evidenciando

Dada a necessidade de se inverter esta situação de forma a reconciliar a população de Braga e os seus visitantes com uma Feira que promova e estimule os hábitos de leitura

A Assembleia Municipal de Braga, reunida a 26 de Fevereiro de 2010, recomenda à Câmara Municipal de Braga que:

1- A edição de 2011 da feira do Livro de Braga seja realizada ao ar livre, na Avenida Central,
2- A edição de 2011 da Feira do Livro de Braga promova iniciativas paralelas que envolvam as instituições situadas nas proximidades da Avenida Central, cmo o Museu Nogueira da Silva, a Casa do Professor, o Inatel, o Pólo do Congregados da Universidade do Minho.
3- A edição de 2011 da Feira do Livro de Braga promova iniciativas paralelas que envolvam o espaço dos cafés, das esplanadas, do coreto e do Teatro Circo.

O Grupo Municipal do Bloco de Esquerda

Por sua vez, "Bracara Angústia" dedica "Liberdade" ao Grupo Municipal do Partido Socialista

"Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.

O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

O mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca..."

Fernando Pessoa, Liberdade

26 setembro, 2009

Onde pára o busto do Dr. Gonçalo Sampaio?


Em 1953 os bracarenses homenagearam o insigne botânico e folclorista minhoto Prof. Doutor Gonçalo Sampaio, perpetuando desta forma a memória de tão nobre e ilustre cidadão, através da colocação do seu busto no parque da Ponte de S. João
Após o abandono a que foi votado o parque da ponte, muitas foram as vozes que se interrogaram sobre o paradeiro do busto do Dr. Gonçalo Sampaio.
Quem souber que responda, mas o pedestal já foi encontrado pelo nosso repórter. Jaz actualmente numa espécie de sucata transformada em estaleiro, no meio de escombros e pedregulhos, algures nos arredores de Braga, propriedade não se sabe de quem, mas dá para imaginar.
O pedestal já está levantado (aqui ficam os agradecimentos), falta apenas devolvê-lo à cidade.




Todos nós sabmos que Mesquita Machado não é muito dada à cultura e muito menos a pedras que possam estorvar o normal avanço das suas obras do regime, Faz o que diz e mostra o que faz, numa espécie de quero, posso e mando (se não mostrar, mostramos nós). No entanto, deveria haver mais um pouco de respeito por pela memória de tão ilustre cidadão, etnólogo e biólogo de referência.
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Reacções a esta postagem:
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lencastre de almeida disse...
Qual respeito qual carapuça são pedras e não passam disso. Afinal o que é um busto de um botânico por mais famoso que seja ao pé da revolução urbanística operada pelo nosso Presidente Mesquita Machado que criou todas as condições para que os bracarenses não vivessem em casebres mas em casas dignas e em muitos casos apoiadas pela própria Câmara? Sr. Zé de Braga ! Uma coisa é certa o caso que apresenta é aborrecido...mas o que é que conta mais ? O bem estar dos bracarenses vivos ou um bracarense ainda que notável mas já falecido que por menos cuidado não o honraram devidamente ao não terem acautelada o seu busto ?
26 de Setembro de 2009 23:02
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lencastre de almeida disse...
Blocos... são vossas senhorias. Não conseguis rebater a pertinácia da nossa argumentação. Sim que interessa ao fim ao cabo bustos, pedras, calhaus, blocos, penedos...ao pé da vida dos que labutam no dia a dia e fazem Braga crescer e desenvolver rumo ao socialismo democrático, moderno e de esquerda ? Dos que querem MUITO MAIS BRAGA e a renovação do mandato de Mesquita Machado ? Tenhais juízo senhores, porque não serão umas míseras pedras que hão-de obstruir o caminho ao PS e ao Presidente da autarquia da nossa terra.
27 de Setembro de 2009 0:38
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Sem comentários....

11 agosto, 2009

Quem vai suceder a H. Barreto Nunes na Biblioteca Pública?

H. Barreto Nunes

Na linha das preocupações manifestadas no "Farricoco", recebemos do nosso amigo A. Silva, o seguinte texto para meditação:
saudações, caro Zé!!!
gostava que indagasse acerca do sucessor do director da biblioteca pública....
é um homem para quem um livro é igual a um tijolo de papel ..
é é assim que anda este mundo..

saudações

Nota: Tendo em consideração a novela que se passou aquando da escolha do Director da Biblioteca Lucio Craveiro da Silva....nada é de admirar vindo de onde vem.

01 agosto, 2009

E quem é que não é amigo do Henrique?

DESPEDIDA
Tenho 62 anos. Trabalhei 34 anos e oito meses na Universidade do Minho: um ano e meio nos Serviços de Documentação (então instalados no edifício da Biblioteca Pública), um ano na Unidade de Arqueologia (a funcionar no Museu dos Biscaínhos), 32 na Biblioteca Pública de Braga, de que oficialmente fui director de 2000 até hoje. Em Setembro 2006, num momento dramático, a Reitoria pediu-me para também dirigir, provisoriamente, o Arquivo Distrital de Braga. Fiquei ao fim.
Estou cansado, já não me sinto com capacidade para ser responsável por estas duas prestigiadas instituições culturais, em tempos difíceis, com falta de meios e recursos humanos, (o Arquivo Distrital é o segundo mais importante do país, mas não possui um único técnico superior de arquivo), quase sem apoios – embora deva deixar aqui expressa a minha estima pessoal pelo Professor A. Guimarães Rodrigues e a minha gratidão ao Professor José Viriato Capela.
Na Universidade do Minho pertenci ao Conselho Cultural, presidido pelo inesquecível Professor Lúcio Craveiro da Silva, desde a sua criação em 1986, sendo seu secretário, coordenador editorial da revista “Forum” e membro da comissão organizadora do Prémio Victor de Sá de História Contemporânea. Fui membro da Comissão Instaladora da Casa Museu de Monção. Pertenci, por eleição, ao Senado Universitário e à Assembleia da Universidade, de que fui secretário da Mesa. Pertenci ao colégio eleitoral que elegeu o seu primeiro Reitor e, devido a circunstâncias especiais, presidi à Assembleia que elegeu o actual. Estive na origem do processo que conduziu ao Salvamento de Bracara Augusta, surgido na U.M. em finais de 1975, e fui um dos artífices (quer se queira, quer não) da adesão da U.M. à Rede de Leitura Pública, que acompanhei apaixonadamente de 1960 até às vésperas da inauguração da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. Colaborei em numerosas iniciativas de Escolas, Institutos, Unidades Culturais, Serviços e da Associação Académica.
Vi partir com saudade Carlos Lloyd Braga e J. Barbosa Romero, Egídio Guimarães, Armindo Cardoso e M. Assunção Vasconcelos, Afonso C. Ferreira e Alice Brito, Francisco Botelho e Hélio O. Alves, Victor de Sá e Santos Simões, Lúcio Craveiro da Silva.

Sinto uma imensa tristeza por deixar a Biblioteca Pública de Braga, os meus amigos-companheiros de trabalho, os seus leitores, os livros, a acção cultural que faz parte da minha respiração, da minha vida.
Ainda tinha tanto que fazer


Braga, Biblioteca Pública, 31 de Julho de 2009


Henrique Barreto Nunes

Só lá faltam as ratazanas!

São vários os mails que recebemos dos nossos leitores, grande parte deles manifestando a angustia que sentem por viverem nesta cidade.
Hoje, não resitimos em publicar um pedido de esclarecimento de uma leitora que amavelmente nos enviou as respectivas fotos, testemunhos da imensa porcaria que grassa pela nossa cidade.

Olá, venho por este meio perguntar-lhe se sabe de quem é a responsabilidade da Limpeza e Manutenção da Circular Externa de Braga., pois por motivos profissionais passo por lá todos os dias, há mais de 1 ano e a verdade é que está uma miséria e um perigo para a segurança dos veículos e seus ocupantes.

O lixo cresce todos os dias, os "rails" de protecção estão em péssimo estado, existe um inclusive, junto à saída para o Feira nova, que está derrubado desde Maio de 2008!!!

Quero reclamar mas não sei a quem!
Obrigada pela atenção.

Com os melhores cumprimentos
Próxima inauguração: Mais um jardim construído no último mandato de MM.

Floresta à moda de Braga. A faixa separadora, está provida de árvores para no futuro fazerem sombra para os automobilistas, aumentando o seu conforto durante o engarrafamentos.
Este rail está desde Maio de 2008 à espera de cabimentação orçamental para ser reparado. Talvez os familiares de certas pessoas possam constituir uma empresa na hora, especialmente vocacionada para ganhar o concurso desta empreitada.
O Sr. Mandante da AGERE, que aos Sábados à tarde costuma passear-se no seu Jaguar, fica desde já convidado a fazer este trajecto e ver a porcaria que grassa por esta cidade.


Sr: Nuno Ribeiro da AGERE: Será que pode esclarecer esta munícipe e contribuinte?

Sr: Presidente da Câmara: Será que é necessário fazer a marcação para a inauguração da operação de limpeza?
Aqui vai o nosso contributo.

28 julho, 2009

Questões de blogues (?) motivam tentativa de agressão.

Apesar do comentário do Sr. Martinho, nada ter a ver com a postagem onde foi inserido, não deixou de criar uma certa curiosidade acerca do seu conteúdo, pelo que o nosso repórter pôs mãos à obra, no sentido de tentar indagar o que realmente se passou.

Martinho disse...
Ho Zé;Ontem parece que houve mosquitos ou vespas por cordas, ali para os lados da sé. A coisa parece que tinha a ver com blogues. O que sabes do assunto?
28 de Julho de 2009 16:57

E o repórter entrou em acção.
Um cidadão bracarense, habitualmente confundido com o autor de um blogue de referência da região, foi vítima de uma tentativa de agressão premeditada.
De facto, nos últimos tempos, têm surgido na blogosfera bracarense, umas postagens do tipo “curtas, frescas e boas” a respeito de um famoso jurista (segundo dizem, não pelas melhores razões) cá do burgo.

Ao que o Bracara Angustia conseguiu apurar, na noite da passada segunda feira, os referidos cidadãos cruzaram-se num conhecido bar do centro histórico da cidade de Braga. De acordo com a nossa fonte, o tal jurista, quando nada o fazia prever, agrediu à falsa fé (como se de uma abelha vespa tratasse) e pelas costas o tal cidadão. A vítima, ao tentar reagir com os próprios meios em legítima defesa, foi imediatamente manietada, tal como o agressor, por um grupo de cidadãos que se encontravam no local.

Terá isto a ver com a tal “personagem mistério”, que pelos vistos anda a intrigar muito boa gente?

Para um bom entendedor, meia palavra basta….
Moral da história: Não se deve fazer justiça pelas próprias mãos. Pelos vistos, no melhor pano caiu a nódoa. Bem prega frei Tomás….

21 julho, 2009

PROT-N: Braga, qual o seu papel?

PROT-N : Braga, qual o seu papel?
O PROT-N define Braga como Cidade de Equilíbrio Regional, contudo é evidente o esvaziamento de importância que os sucessivos quadros de apoio têm ditado.
Enquanto se observa uma concentração de 45,5% dos fundos regionalizáveis no Grande Porto que aquando do novo QREN estava a 131% da média da região NUTS II Norte, a 75,1% da média UE27, e quando este apenas possui 34,2% da população e 3,8% da área, subvertendo a CCDR-N o valor implícito aos fundos, fundos de convergência, promovendo a CCDR-N a divergência, dentro da região Norte.
Enquanto se observa que as Rodovias e Ferrovias são maioritariamente construídas nas restantes NUTS III, quando significam também elas uma capitalização de vantagem competitiva para o Grande Porto, A29, A32, CREP, A7, A41, A42, Metro do Porto (demasiado expansivo, Trofa e Povoa do Varzim face aos restantes investimentos no Norte), até a A3 foi traçada entrando dentro da Circular Interna do Porto, e a A11 foi traçada como de uma radial ao Grande Porto se tratasse, ficando como ¼ de circunferência da radial mais externa, afastando-se do traçado da N101, e diminuindo a efectividade de ligação de Braga-Guimarães a Vila Real.
Apesar de no PROT-N apregoarem um reforço da importância de Braga neste novo quadro, considerando-a correctamente de longe a segunda maior centralidade no Norte Litoral, e um Cidade de Equilíbrio Regional, o que se verifica é a manutenção da marginalidade de Braga, num Arco Metropolitano do Norte Litoral, que é pensado e executado como Arco Metropolitano do Grande Porto.
Parece até evidente pela observação do mapa de Estradas, e dos eixos principais na figura do PROT-N, a intenção objectiva de destruir qualquer hegemonia de Braga em relação às restantes centralidades do Norte Litoral, representando teoricamente o eixo Viana-Braga-Vila Real, mas na pratica nem estão ligados directamente.
Apesar de todas as localidades serem tratadas como apêndices do Grande Porto, é possível verificar que:
  • Guimarães possui a A11 que a liga a Norte, e a Sul, possui a A7 que a liga a Este e Oeste, e a torna próxima de toda a sua Área de Influencia(AI) definida pelo INE, reforçando ainda a sua integração na região.
  • Famalicão possui a A3 e A7 que também a ligam a Norte, Sul, Este e Oeste, e está projectada a construção da Variante à N14, que será clivada na ligação a Braga, aproximando-a ainda mais do Grande Porto e afastando-a intencionalmente de Braga.
  • Povoa do Varzim e Vila do Conde, A28 e A7, que a equilibram e aproximam a Norte, Sul e Este da região em que se inserem.
  • Viana do Castelo A28, A27, novo IC28 e o novo troço da A28, aproximam-na de toda a sua Área de Influencia definida pelo INE.
  • Vila Real A24 e IP4, ligam-na a Norte, Sul, Este e Oeste, etc…

Por seu turno, em Braga verifica-se uma localização desfavorável da A3 e A11, com traçados não pensados em Braga como centro da sua AI, mas localizadas ambas a Sudoeste, e colocando toda a cidade de Braga numa posição marginal e externa, a todas as principais rodovias da Região.

Essa localização desequilibra toda a estrutura urbana da cidade, com a concentração de Nós a Sudoeste da cidade, e com a agravante da ausência de uma Circular à cidade, uma vez que em Celeirós a dita “via circular” é clivada pelos Nós da A3 e A11 em Celeirós, e na zona urbana trata-se de uma Estrada Urbana em faixa dupla, onde o limite é de apenas 50km/h.

A adicionar a isto temos o esvaziamento que é feito à AI de Braga, que mesmo com a construção do Novo Hospital Central que será a referência para essa região, e com a AI definida pelo INE, as N de Braga-Monção e Braga-Chaves, de forma absolutamente caricata e insultuosa, face ao restante Plano Rodoviário Nacional, não passam a IP, nem a IC!?, e ficam como EN que vão sofrer melhoramentos.

É insultuosa a postura do PROT-N, atendendo ainda à veemência com que dizem refutar esta constatação que a própria Câmara Municipal de Braga faz de todo este plano.

É evidente a decapitação feita ao Distrito de Braga aquando da realização das NUTS III, separando-a do restante Vale do Ave, onde se insere, e colocando o Vale do Ave junto com a região de ligação ao Grande Porto, Santo Tirso e Trofa. Afastando assim a possibilidade de consolidação do triângulo urbano difuso, entre Braga, Famalicão e Guimarães.

É evidente a centralização no Grande Porto, e o aumento de importância de outras centralidades face a Braga, com o intuito objectivo de diminuírem o papel de Braga no equilíbrio do Norte Litoral, e tornado toda a Região mais Portocentrica, com os resultados que todos podem observar, um Norte cada vez mais pobre, e um Porto cada vez mais lotado, e esgotado.

Se Braga fosse tratada como um Cidade de Equilíbrio Regional, e uma cidade centro da sua Área de Influência, as vias rodoviárias incluídas no plano de 2000-2006 e 2007-2013, seriam/serão:

  • IP Braga-Chaves-Bragança- IP/IC Braga-Monção
  • IC/EN Braga-Viana do Castelo (2 capitais de Distrito que não estão directamente ligadas, absurdo), complementado pelo IC seguinte.
  • IC Braga-Ave Park-Guimarães, ou Variante à N101 (em túnel na zona da “Falperra” e passando a Norte de Caldas das Taipas, ligando à zona de Azurém, colocando as duas cidades a 6km do Ave Park e a 12 km entre si, equilibrando a excessiva centralização a Sudoeste das vias de acesso, e diminuído também significativamente o tempo de ligação Braga-Fafe). Este IP devia ainda ser prolongado até à união com o IP4 entre Amarante e Vila Real, passando entre Felgueiras e Celorico de Basto. Concretizando assim de forma efectiva o eixo de equilíbrio transversal a Norte, alternativo ao Grande Porto, Viana do Castelo-Braga-Guimarães-Vila Real.
  • Circular de Braga (toda o arco urbano dentro da cidade, e zona dos Nós de Celeirós, teriam que receber uma verdadeira Circular alternativa a este traçado urbano e de Nós, que se verifica, e que impedem a circulação eficaz em torno da zona Urbana da cidade)
  • IC de Braga-Joane-Vila das Aves (consolidando o triângulo urbano difuso entre Braga-Famalicão-Guimarães)
  • Variante à N14 (ligando directamente o Aeroporto FSC ao Vale do Ave e Braga, através de um traçado a Noroeste da Maia, Noroeste de Famalicão fechando a sua Circular, e ligando à zona Sudoeste de Braga, pelo eixo Nine-Aveleda ou pelo eixo Cruz-Celeirós);

Isto sim, seria o desenvolvimento de acordo com o restante PRN, e o reforço da posição de Braga como cidade de equilíbrio regional, e como centro da sua AI, e não o insultuoso melhoramento de EN, e continuação da marginalidade que o PROT-N propõem.

Braga é a maior centralidade Nacional, se excluirmos as AML e AMP, e nunca foi tratada como tal, pela CCDR-N e pelo PROT-N, Braga tem que ser um centro de onde irradiam IP e ICs, e não uma localidade externa e marginal ao Plano Rodoviário, centralizado e fortalecido em volta do Grande Porto, onde o Vale do Ave continua a ser ligado ao Grande Porto, em desprimor pela ligação à antiga capital de Distrito, e onde a AI de Braga continua sem os ICs e IPs necessários ao desenvolvimento e equilíbrio de toda a região e da cidade de Braga.

Os mapas demonstram esta situação, os propostos pelo PROT-N demonstram a marginalidade e posição externa de Braga em relação às principais rodovias.

http://s245.photobucket.com/albums/gg64/karlussantus/?action=view&current=MapaEstradasPortugalporRPCNorteB-1.jpg

http://s245.photobucket.com/albums/gg64/karlussantus/?action=view&current=RedeViriaEstruturantePROT-N.jpg

O mapa com as alterações propostas colocariam Braga como uma verdadeira centralidade, superior às restantes centralidades do Norte Litoral, e apenas inferior ao Grande Porto, que é o seu lugar devido, e que o PROT-N apregoa, mas não aplica.

http://s245.photobucket.com/albums/gg64/karlussantus/?action=view&current=RedeViriaEstruturanteCorrecto.jpg

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Por: Carlos Santos

22 junho, 2009

Aqui renasceu Braga


Após um interregno de 33 anos na transição para a democracia, os bracarenses voltam a acreditar para que as conquistas de Abril vão chegar finalmente ao seu concelho.

Foi precisamente no museu erigido em honra do insigne arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532) a quem se ficaram a dever importantes medidas de remodelação urbanística em Braga, que Ricardo Rio apresentou no passado Sábado (dia 20), a sua candidatura à presidência da Câmara Municipal de Braga, perante uma plateia de cerca de um milhar de pessoas, que nem o calor (35 ºC) as fez arredar pé.

Mas a principal e bem acolhida novidade, foi a escolha do Professor Doutor Miguel Bandeira, um dos principais rostos da defesa do património histórico bracarense, para mandatário desta candidatura.

A candidatura de Ricardo Rio, começa a ser vista como supra-partidária, na qual os bracarenses dos vários sectores da sociedade civil começam a acreditar.

Os bracarenses estão fartos do compadrio, da corrupção e da inércia imprimida pelo actual elenco socialista, liderado por Mesquita Machado.

É certo que Braga cresceu, mas não se desenvolveu. É preciso devolver Braga aos bracarenses, é preciso recuperar a qualidade de vida perdida, é preciso devolver a credibilidade à Câmara Municipal de Braga.

Infelizmente, ainda se houve dizer:
  • “ele rouba mas faz”;

  • “ele é esperto que nem o tribunal consegue provar o que todos vemos com os nossos olhos (mas também nunca o declarou inocente)”;

  • “se se provar algo, ele não tem nada em seu nome (um homem sério não faz coisas destas”;

  • “eles são todos iguais, querem é ir para lá mamar como estes”;

  • “estes já não roubam mais, é melhor deixá-los lá estar”;

  • “se ele perder, lá se vai o meu emprego na TUB, o da minha mulher na CMB, dos meus 3 filhos na AGERE, etc, etc”;

Infelizmente, este é o discurso que grassa por essas aldeias fora, discurso este alimentado por quem está petrificado no poder. Apoiar este tipo de discurso, é dar cobertura à felgueirização da política, é legitimar corrupção institucionalizada, é hipotecar as gerações futuras.

Apesar do tempo perdido (33 anos), acreditamos que ainda é possível salvar o pouco que nos resta.

04 fevereiro, 2009

Os cus, as mamas, os lobos e as cabras do costa guimarães


Numa das habituais sessões para colocar a leitura em dia, mal abro “O Balcão”, deparo-me com uma citação, que impressionou ainda mais que as afirmações mais bombásticas proferidas nos últimos tempos. Não se trata dos muçulmanos do D. José Policarpo, do “acordar Braga” de D. Jorge Ortiga, das futeboladas do Salvador Britalá e do Mesquita Ma(n)chado, nem muito menos do ministro Mário Lino ou do George W. Bush.

Vejamos:

“(…) Os direitos dos lobos e das águias ou das cabras não podem sobrepor-se aos direitos arduamente conquistados pelos humanos”
Costa Guimarães, JORNALISTA, in Correio do Minho.


É deveras degradante e deprimente, ver este profissional (?) da comunicação social a exibir orgulhosamente tamanha ignorância.

Se o planeta chegou ao estado em que se encontra, foi precisamente devido ao facto do Homem ter agido como pensa o Sr. Costa Guimarães
.

Mas deixo-lhe um conselho amigo: Em vez de andar à procura de cus e mamas, para enfiar diariamente no traseiro do Correio do Minho, talvez fosse melhor cultivar-se em matéria de desenvolvimento sustentável. Só lhe fazia bem e talvez aumentasse o número de leitores dos seus abomináveis artigos.

Olhe que o desenvolvimento sustentável é o único caminho a seguir. Trata-se de um desenvolvimento que dá resposta às necessidades do presente, sem comprometer as gerações vindouras. Mas atenção, ele tem que ser economicamente viável e socialmente justo.

Só assim, haverá lugar para o lobo, para a cabra, para a águia, para o javali, ….. e também para os Costas Guimarães deste mundo.

09 novembro, 2008

GNR no Seminário Menor como moeda de troca?



Afinal, parece não haver dinheiro para transferir a GNR para a Quinta de S. José em Merelim S. Pedro.

De acordo com a imprensa diária, o comando distrital da GNR de Braga vai passar, a partir do próximo sábado (Dia 9), a estar aquartelado nas instalações do edifício do Seminário Menor
GNR de Braga terá novo quartel até 2013 ...

O contrato de arredamento é de 5 anos e vai custar ao Ministerio da Administração Interna €16.300 por mês

Agora colocam-se as seguintes questões:
- que terá tudo isto a ver com a tentativa de silenciar o escândalo relacionado com os Órfãos de S. Cateanto? Até o Sr. advogao Vespasiano já veio a público e confessou-se recentemente ao DM...
- Será isto uma forma de compensar a Igreja pelas expropriações de que vai ser objecto, no monte Picoto?
- ou será um kit do tipo dois em um?

Curioso, não é? Tudo parece ter o seu preço
Esperemos par ver.

20 outubro, 2008

O que Braga perdeu nos últimos 30 anos....

Não vale a pena fazer escavações arqueológicas para encontrar vestígios romanos, porque durante as invasões Bárbaras foi tudo destruído.
Esta era a mensagem que ainda há bem poucos anos era passada para a praça pública bracarense. Hoje, não é de admirar que ainda haja alguma gentinha que (por conveniência) continue a pensar da mesma forma.

Não foi só o património romano que foi delapidado, mas também um conjunto de edifícios bem mais recentes, dos quais todos nós fomos testemunhas vivas da sua existência e assistimos impotentes à sua destruição.
Afinal, que foram ou quem são os os bárbaros que domina(ra)m Braga desde o final do Séc. XX ?
Com as devidas vénias ao Projecto Bragatempo, que soube dar um autêntico abanão à cultura bracarense e que teve a coragem de pôr os bracarenses a debater a sua cidade, apresentamos um caminho para poderem revisitar uma Braga já desaparecida.
O que a cidade perdeu nestes últimos 30 anos: