Batem leve, levemente,
sempre que chamam por mim,
será a política? será gente?
gente não é, certamente
e a política não se faz assim
É talvez a Democracia,
mas há pouco, há poucochinho.
é palavra proibida,
na cinzenta melancolia,
dos Paços do Município...
Quem voa, assim, levemente,
com tão estranha certeza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é política, nem é gente,
nem é santo, com certeza.
Fui ver. A corrupção crescia,
nem uma névoa, no azul do céu.
O PDM profanaria...
há tanto tráfico de influência!
E que destino, Deus nos deu!
Vejo-o através da vidraça.
Lá vai ele, olhando em frente.
O empreiteiro, quando passa,
os passos imprime e traça
as decisões do presidente
In: Florbela! espanca-os
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12 janeiro, 2009
09 novembro, 2008
GNR no Seminário Menor como moeda de troca?

Afinal, parece não haver dinheiro para transferir a GNR para a Quinta de S. José em Merelim S. Pedro.
De acordo com a imprensa diária, o comando distrital da GNR de Braga vai passar, a partir do próximo sábado (Dia 9), a estar aquartelado nas instalações do edifício do Seminário Menor
GNR de Braga terá novo quartel até 2013 ...
O contrato de arredamento é de 5 anos e vai custar ao Ministerio da Administração Interna €16.300 por mês
Agora colocam-se as seguintes questões:
- que terá tudo isto a ver com a tentativa de silenciar o escândalo relacionado com os Órfãos de S. Cateanto? Até o Sr. advogao Vespasiano já veio a público e confessou-se recentemente ao DM...
- Será isto uma forma de compensar a Igreja pelas expropriações de que vai ser objecto, no monte Picoto?
- ou será um kit do tipo dois em um?
Curioso, não é? Tudo parece ter o seu preço
Esperemos par ver.
17 setembro, 2008
Esta mete Água
Um vereador socialista, pediu à AGERE para fazer a instalação de água na sua vivenda recém-construída na enconsta do Sameiro (vulgo FAVELA DOS RICOS). Acontece que a casa ficava num local muito alto, bem acima do reservatório da água.
Informado que a instalação não seria possível (com custos normais), resolveu perguntar porquê.
O funcionário respondeu:
- É devido à lei da gravidade, senhor vereador!
E este responde:- Não tem problema. Eu vou falar com o presidente e revogar essa lei na próxima reunião da câmara!
07 setembro, 2008
Audiência com o presidente
Um empreiteiro marca uma audiência com o presidente. Enquanto aguarda para ser atendido, é tratado com toda solicitude pelo assessor, na sala de espera. Quando finalmente é recebido, o empreiteiro sente a falta da sua carteira, que estava no bolso interior do casaco. Fica super-constrangido, mas resolve dar conhecimento do facto ao presidente:
- Eu não sei nem como lhe dizer, Sr. Presidente, mas gamaram a minha carteira! Eu tenho a certeza que estava com ela ao entrar na sala de espera do seu gabinete. Eu tive o cuidado de guardá-la bem, após apresentar o BI lá na portaria. Eu não quero fazer qualquer tipo de insinuação mas. . . na verdade, a única pessoa com quem eu estive, de lá para cá, foi com o seu assessor. . .
O presidente nem espera que o empresário acabe de falar. Retira-se da sala, sem falar nada, e segundos depois retorna com a carteira desaparecida na mão.
Ao recebê-la de volta, o empreiteiro comenta, completamente passado:
- E. . . Eu nem sei o que dizer Sr. Presidente. . . Eu espero não ter causado nenhum problema entre o senhor e seu assessor, na hora em que o senhor trouxe a minha carteira de volta. . .
- Não se preocupe! Ele nem percebeu! . . .
27 julho, 2008
Construtores civis de Braga aderem ao Programa "Novas Oportunidades"
Contra factos não há argumentos, mas isto sensibilizou os nossos construtores cá do burgo e foram eles próprios os primeiros a aderirem ao programa, impondo-o de seguida aos seus colaboradores.
16 junho, 2008
O regresso do Pinóquio
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Na cidade dos arcebispos, as três pessoas da Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, foram substituídas pela trilogia Igreja, Poder e Betão.Notícia publicada na edição de hoje do Diário do Minho, dá conta de que Mesquita Machado não está inocente na “negociata” da Quinta dos Órfãos de São Caetano. Antes pelo contrário.
Em finais de Maio, MM negava perante a imprensa tudo o que ficou provado em tribunal. Por sua vez, desafiava toda a gente a provar o que ficou provado em tribunal.
Recorrendo a alguns excertos do post de 30 de Maio e a outros da edição de hoje do Diário do Minho (DN) relativos a novos desenvolvimentos, lá se vai montando o puzzle, peça a peça ou desmontando enigma, como queiram...
O caso prende-se com a venda de uma parte da Quinta da Madre de Deus, conhecida por Quinta dos Órfãos de S. Caetano, efectuada em 2005, pela direcção do Colégio - representada pelo cónego Veloso e com o aval do então vigário-geral da Arquidiocese, cónego Eduardo Melo, às empresas Britalar, Imogreen, MinhoInveste e Alves & Araújo.
Dois negócios ruinosos para uma instituição de solidariedade social beneficiam quatro empresas de construção civil de Braga. É a grande conclusão a reter das decisões judiciais que condenam o Colégio de S. Caetano a consumar as negociações arquitectadas por um advogado de Braga com interesses directos em duas das empresas que ganham com as negociações. O buraco em que caiu a instituição só não foi maior, porque um terceiro negócio que envolvia uma quinta do presidente da Câmara de Braga foi travado a tempo. (In: Expresso on line, 30 de Maio)
O presidente da Câmara Municipal de Braga negou hoje ter qualquer "interesse particular" no processo de loteamento da Quinta da Madre de Deus, que deu origem a um litígio judicial entre um organismo da Igreja e quatro promotoras imobiliárias (Lusa, 28 de Maio).
De acordo com a Edição de hoje do Diário do Minho, a empresa de construção Eurolímpica, reclamou em ofício assinado pelo gerente e enviado à Direcção do Colégio, a 17 de Outubro de 2001, o direito de negociar a prometida troca de lotes da quinta da Madre de Deus, pela Sociedade Agrícola “Quinta de Salgueiró”, do qual consta o seguinte: “Por contrato promessa, adquiri a totalidade do capital social da Quinta de Salgueiró ao Senhor Engenheiro Mesquita Machado”.
Segundo o DM de hoje, para esta transacção, fez-se como é natural, um estudo económico (em 2002) que avaliou a Quinta de Salgueiró para inclusão nos negócios com o “Colégio dos Órfãos”: para fundamentar o valor da avaliação atribuído à quinta, os avaliadores acabam por também eles comprometerem o presidente da Câmara: «Sabemos que a produção agrícola é bastante superior à que tem vindo a ser declarada», afirmam os avaliadores, sustentando que «o resultado evidenciado não deve ser levado em conta»……Afinal como é? Fuga ao Fisco????
Segundo a mesma fonte: Mesquita Machado reconhece que a Quinta de Salgueiró chegou a ser falada para entrar nos negócios da Quinta da Madre de Deus.
Desta vez, Mesquita Machado não aludiu aos famosos esqueletos guardados em armários velhos. Eu bem avisei no post de 30 de Maio: Sr. Predidente: OLHE QUE AINDA EXISTEM MUITOS ARMÁRIOS REPLETOS DE ESQUELETOS......PREPARE-SE PARA TIRAR MAIS UM COELHO DA CARTOLA. MAS TENHA CUIDADO, PORQUE PODEM HAVER MAIS ESQUELETOS NOS ARMÁRIOS, DO QUE COELHOS NA CARTOLA...
Em Finais de Maio, Mesquita Machado havia informado os jornalistas de que já tinha esclarecido tudo sobre este assunto. Afinal MENTIU e acredito que ainda haja muito mais para esclarecer. Será isto a ponta de um iceberg que nem o aquecimento global consegue derreter? Irá a procissão ainda no adro?
Os armários de esqueletos começam a abrir-se. A verdade é como o azeito e é bem mais fácil apanhar um mentiroso do que um coxo.
30 maio, 2008
Mesquita Machado e um Negócio do “Catano” – vai a culpa morrer órfã?
O caso prende-se com a venda de uma parte da Quinta da Madre de Deus, conhecida por Quinta dos Órfãos de S. Caetano, efectuada em 2005, pela direcção do Colégio - representada pelo cónego Veloso e com o aval do então vigário-geral da Arquidiocese, cónego Eduardo Melo, às empresas Britalar, Imogreen, MinhoInveste e Alves & Araújo.
O advogado que o próprio tribunal reconhece ter sido determinante na concepção do negócio ruinoso é Vespasiano Macedo, sendo que o jurista é também administrador da construtora "Britalar" e da imobiliária "Imogreen", duas empresas bracarenses presididas por António Salvador, também presidente do Sporting Clube de Braga. (in: Expresso on line, 30 de Maio)
Embora o tema já fosse do domínio público de há uns anos a esta parte, agora foi o próprio tribunal a confirmar um alegado interesse particular Mesquita Machado na “negociata” dos terrenos do Colégio de S. Caetano.
Vejamos alguns excertos da imprensa diária:
Dois negócios ruinosos para uma instituição de solidariedade social beneficiam quatro empresas de construção civil de Braga. É a grande conclusão a reter das decisões judiciais que condenam o Colégio de S. Caetano a consumar as negociações arquitectadas por um advogado de Braga com interesses directos em duas das empresas que ganham com as negociações. O buraco em que caiu a instituição só não foi maior, porque um terceiro negócio que envolvia uma quinta do presidente da Câmara de Braga foi travado a tempo. (In: Expresso on line, 30 de Maio)
O presidente da Câmara Municipal de Braga negou hoje ter qualquer "interesse particular" no processo de loteamento da Quinta da Madre de Deus, que deu origem a um litígio judicial entre um organismo da Igreja e quatro promotoras imobiliárias (Lusa, 28 de Maio).
Durante o processo, que envolveu a venda de terrenos e uma permuta entre duas quintas, o Tribunal ouviu várias testemunhas que referiram que o autarca terá dado garantias de loteamento para os terrenos da Quinta da Naia, isto antes de o PDM ser revisto, processo que só agora começou. (In: JN, 28 de Maio)
Durante as audiências, foi, ainda, apontada uma eventual tentativa de permuta de terrenos da quinta de Madre de Deus - pertença daquele colégio - com uma quinta da mulher do autarca, em Vila Verde, facto que este vem, agora, negar (Lusa, 28 de Maio).
…. segundo noticiou ontem o Diário do Minho, o acórdão do tribunal dá como provado que o autarca do PS, Mesquita Machado, teve um papel determinante neste negócio que acaba por representar um prejuízo de três milhões de euros para o colégio. Segundo aquele diário, o acórdão dá como provado que foi feito um estudo económico onde se concluía que "o negócio só se tornaria muito vantajoso para o colégio se houvesse garantias idóneas" da possibilidade de, a curto ou médio prazo, a Quinta da Naia se tornar urbanizável. Essas garantias, acrescenta o acórdão, foram dadas pelo senhor presidente da Câmara Municipal de Braga", numa reunião mantida com membros da antiga direcção do colégio. (In: Público, 30 de Maio).
Face ao teor da decisão judicial, que refere uma alegada promessa de Mesquita Machado de autorização de loteamento da Quinta, a Coligação "Juntos por Braga (PSD/PP/PPM) perguntou, em conferência de imprensa, "que garantias prestou Mesquita Machado aos responsáveis do Colégio de S. Caetano, da possibilidade de alteração da natureza dos terrenos que a instituição iria receber como contrapartida no quadro da alienação da Quinta dos Órfãos" (In: JN, 28 de Maio).
A Oposição considera que o Ministério Público deveria investigar o alegado envolvimento do presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, num negócio de terrenos que, segundo foi reconhecido esta semana em tribunal, lesa o Colégio de São Caetano em três milhões de euros, e beneficia quatro empresas de construção civil de Braga (In: Público, 30 de Maio).
Agora vamos ao lava maõs de Mesquita Machado.
O líder da oposição, Ricardo Rio diz:
- Ou o cidadão Mesquita Machado, Presidente da Câmara, depois de ter negado estes factos consegue justificar e demonstrar que as provas que foram apresentadas em tribunal não têm fundamento, ou está a mentir descaradamente aos bracarenses e tem que se demitir (In: O Balcão, 30 de Maio)
Mesquita Machado remata:
- Quem se deveria demitir era a oposição, que à falta de mais matéria, vai buscar esqueletos ao armário (in: O Balcão, 30 de Maio).
Sr. Predidente: OLHE QUE AINDA EXISTEM MUITOS ARMÁRIOS REPLETOS DE ESQUELETOS......PREPARE-SE PARA TIRAR MAIS UM COELHO DA CARTOLA. MAS TENHA CUIDADO, PORQUE PODEM HAVER MAIS ESQUELETOS NOS ARMÁRIOS, DO QUE COELHOS NA CARTOLA...
Demita-se o presidente, demita-se a oposição, mas desta situação, os bracarenses é que não se podem demitir.
Como cidadão, “demito-me uma ova”, pois se o Presidente da Câmara diz que já esclareceu tudo, não significa que os munícipes tivessem ficado esclarecidos.
Ninguém duvida da seriedade de Mesquita Machado, ou serão os tribunais que estão a agir de má fé?.
Irá a culpa morrer órfã?
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