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22 fevereiro, 2010

Quem apoia Claques & Vandalos no estádio da Pedreira?

E o líder de uma das claques bracarenses, acaba de ser preso por....
tráfico de droga...



Agora só falta virem com o argumento de que não se pode julgar o todo pela parte....sic.


No passado dia 31 de Janeiro, publicámos uma postagem relativa ao submundo das claques desportivas (ver aqui).
As reacções não se fizeram esperar:

23 comentários:

El Salvador disse...
Concordo em absoluto.
Não deixa de ser curioso no entanto que os da casa destroem mais que os forasteiros o que parece até estranho.
Igualmente relevante o facto de os hermafroditas destruirem tanto como machos e fêmeas.
Força Braga: São só mais 7M€ por ano durante não sei quantos anos.
Entretanto por um centro cultural digno desse nome e parque das sete fontes que realmente promovem as cidades nós esperamos!

Anónimo disse...
Ó pá, tás f.... Se um dia apareceres no fundo do poço, não estranhes.
O Braguinha é nosso e tu não tens que te meter com quem apoia o nosso clube com alma e coração

bragadegenerada disse...
Nem alma, nem coração. Marginalidade, adolescência desencontrada

Nuno disse...
epa isto é a maior treta que eu algum dia ja li..
achas que as cadeiras que faltam foram as claques que as partiram?? se quisers a resposta aqui vai: o scbraga tirou-as pk nao faz sentido ter cadeiras nos sectores das claques ja que a claque ta 90 min a pé!
vé-se logo que andas no mundo braguista por isso considero-te um adepto de outro clube residente em braga! toma rennie que isso passa
saudaçoes

Anónimo disse...
Deves ser o mair idiota que por aqui pasta...se dizes o que disseste nesse texto completamente falso é porque falas sem conhecimento de causa...fazia sentido algum o sector destinado às claques ter cadeiras quando eles passam o tempo todo de pé a apoiar?o scbraga retirou as cadeiras por isso mesmo, para não ter de as substituir constantemente porque com as pessoas em cima de cadeiras , involuntariamente muitas se iriam partir

eumesmo disse...
Caro Blogger as cadeiras foram removidas pelo SC Braga e não "arrancadas" pelas claques, tenho lugar anual do estádio, junto de uma das claques, quando não se sabe do que se fala mais vale estar calado.

João disse...
Tanto quanto sabemos, os estádios certificados pela UEFA, apenhas têm lugares sentados.
Já agora, a imprensa regional também já mostrou estes actos de vandalismo no Estádio Municipal.

Manuel Santos disse...
Ó Nuno. Não queiras tapar o sol com uma peneira. Se o SCB tirou de lá as cadeiras, é porque não compensava andar a fazer remendos no final de cada jogo.
Que as claques são uma jagunçada, é verdade. Agora não me venhas com essa treta do estar de pé todo o jogo para justificar o injustificável.

Anónimo disse...
É uma pena que aínda haja pessoas a pensarem assim.
As claques dão outro colorido ao jogo com as suas músicas, tarjas e bandeiras;as claques vão com o clube para todo o lado; as claques estão com o clube nos bons e maus momentos.
Há ovelhas negras? Há. Mas não julguem o todo por uma pequena parte.
Eu faço parte de uma claque, acompanho o SCBraga nos jogos fora e devo dizer que me sinto mais segura com a claque do que se viajasse sozinha.


Anónimo disse...
Este post está na linha de uma oposição que só sabe criticar o Sporting de Braga para retirar dividendos políticos. UMA VERGONHA.

Anónimo disse...
"......e todos nós assistimos a isto em directo na TV...."
Está tudo dito com esta frase.
Continua a ver os jogos por casa que adeptos como tu não fazem falta.
Normalmente quando escrevo um artigo de opinião como este tenta passar por ser, informo-me o máximo possivel. Está mais que evidente que este não foi o caso.
Ora faça V.Ex. de saber que as cadeiras foram retiradas pelo SCB de forma a que as claques pudessem estar mais á vontade no apoio ao clube, que tanta falta faz. Com cadeiras as opções eram 2:

- Ou punham-se de pé em cima das cadeiras, acabando por tapar a vista de quem vê o jogo por detrás da claque e de lado, e acabando mesmo pelas cadeiras quebrarem

- Ou viam o jogo sentado (o espaço entre cadeiras não é apropriado para se estar de pé e a saltar «por exemplo») e acabavam-se com as claques, tornando o Municipal de Braga numa missa domingueira.

Assim, é de muito mau gosto e de uma veia que a mim muito me deixa a desconfiar se vermelha (antes encarnada talvez..) mostrando que o destabilizar enquanto se está na mó de cima é um acto cobarde mas acessivel a quem tem o poder para dizer o que lhe vem na real gana neste país livre em que qualquer imbecil é escritor.

Anónimo disse...
Este blog perdeu toda a credibilidade!
Quem escreveu isto não é Bracarense nem Braguista!

Anónimo disse...
OS BRAGUISTAS DA TRETA ERAM DE OUTROS CLUBES E AGORA ´SÓ SÃPO BRAGUISTAS PORQUE ESTÃO À FRENTE.
COMPARADOS COM O VTITÓRIA SÃO MER....

Aníbal Duarte Corrécio disse...
Há que separar o trigo do joio. A Mesquita o que é de Mesquita. A Salvador o que é de Salvador. Ao S.C.B. Braga o que é do S.C.Braga. Este blogue já tinha credibilidade.Não aumentou nem diminui com este post.

Meus Senhores : Deixem-se de talibanismos
!

Anónimo disse...
...és burrro todos os dias....

Anónimo disse...
Quando se escreve sobre algum assunto deve estar-se informado sobre ele para não cometer erros. Tal nao aconteceu. Desta forma pretende criar uma má imagem das claques baseada em falsas acusações. As cadeiras não estão lá porque foram retiradas e não atiradas para lado nenhum. Antes de escrever sobre algum assunto informe-se sobre ele, é melhor que dizer barbaridades.

Maria Teresa disse...
Após repetidas vezes, o SCB ter que substituir cadeiras dos locais das claques, talvez tivesse chegado à conclusão de que ficaria mais barato colocar as claques em pé.
O autor do post não deixa de ter razão, pelo que não vale a pena tapar o sol com uma peneira, no sentido de omitirem as verdadeiras razões desta atitude por parte do SCB.
Se os adeptos das claques se portassem de forma digna, haveria necessidade para tal?
Olhem que não, olhem que não!!!
o estádio foi construído para ter apenas lugares sentados. Se os adeptos não sabem ver a bola sentados, porque raio de carga de água tiraram de lá as cadeiras? Estranho, no mínimo. Isto é fazer a vontade a quem não se sabe comportar como gente grande.

Mais importante: O arquitecto Souto Moura, vê assim violada a sua propriedade intelectual e pode por isso obrigar a repor a situação ou mesmo processar o dono do estádio, pois defacto, aquilo fica mesmo muito mal.
Não aprecio este tipo de blogues, mas neste caso, não pude manter guardar o meu silêncio.


Abade disse...
Ambos têm razão.. realmente aquelas cadeiras foram tiradas pelo SCB e, de facto, as claques passam o tempo de pé e, acrescente-se, de costas para o relvado a insultar as claques adversárias e a procurar adeptos de outros clubes no seio da bancada do "seu" clube para irem tirar satisfações. E também é verdade que é devido às claques passarem o tempo de pé, em cima das cadeiras, e estas terem sido feitas para estar nelas sentados, que o SCB as resolveu tirar.
As claques (genericamente) são um conjunto de personagens que, embora na sua vida pessoal e profissional possam ter comportamentos semelhantes ao de gente minimamente civilizada, nos estádio comportam-se como verdadeiros energúmenos! Isto tudo está ligado a um sentimento de impunidade próprio dos movimentos de massas. Cabe na cabeça de alguém ir calmamente na rua e ser insultado do pior, agredido com pilhas e telemóveis e cuspido em cima? Pois bem, na cabeça dos "claqueiros" faz. Depois orgulham-se de serem ultras (seja lá o isso for...) e de defenderem o seu clube até às últimas consequências!
A maior parte deste energúmenos vai aos estádios por intermédio da sua claque, sendo que esta está, na maioria dos casos portugueses, ILEGAL por não ser reconhecida pelo Instituto do Desporto. Então temos gente que é sócia da sua claque, paga pelos jogos 10 euritos e lá entra no estádio. Se for à hora do jogo é revestida pela polícia, se for umas horas antes entra como tudo que quiser porque os clubes permitem. Os bilhetes, esses, são oferecidos pelas direcções dos clubes, não raras vezes, a título gratuíto, sendo que a receita com a sua venda reverte para pagar as despesas com deslocações da claque quando o clube joga fora, a comprar tintas e panos para fazer as "tarjas" e, a maior fatia, a suportar os vícios (caros) dos mamões que lideram estes grupos. Nota importante: as pessoas para serem sócias da claque e beneficiarem destes bilhetes não precisam de ser - e em muitos casos não são - sócias do seu clube! Portanto temos, de mãos dadas, grupos ilegais a cometerem acções também elas ilegais e tudo isto com o conhecimento, cobertura e, em alguns casos, apoio e incentivo dos dirigentes e estruturas dos clubes. Portanto, em jeito de conclusão temos gente com discurso e comportamento de maior defensor do seu clube quando, na verdade, nem sequer é seu sócio não podendo, dessa forma, usufruir dos direitos mais básicos, por exemplo, eleger o seu presidente! Mas em contrapartida, têm cara de maus, andam em bandos, comportam-se como rambos e vestem polos azeiteiros. São ULTRAS!


Zé de Braga disse...
Caro Abade:
Seja bem bindo ao Bracara Angústia.
Completamente de acordo.
É evidente que só pessoas de nível intelectual inqualificávelmente baixo, é que defende os tais energúmenos que passam incólumes pelas barbaridades que fazem.
Se vivessemos num autêntico estado de direito, tudo isto não se verificava neste jardim à beira mar plantado.
E andam as nossas televisões a fazerem aberturas de telejornais, com as procissões destes vândalos quando se dirigem para os estádios e escoltados por polícia de choque, paga por todos nós mesmo por aqueles que não vão em futebóis
Abraço


Jorge disse...
Apoio.
Sou Sócio do S.C.BRAGA e, num dos anos de associado,tive a infelicidade de ter um lugar fixo perto de uma das claques. Deixei de ter prazer em ir ao Futebol. Mudei de sector!
Se é verdade que emprestam um colorido diferente ao espectáculo e apoiam a equipa, por outro lado nota-se, a léguas de distancia, que são constituídas por pessoas que, estas sim, podem ser apelidadas de "geração RASCA". Não mais que isso.
Vede bem o exemplo do futebol inglês, lugares sentados para TODOS. Têm estádios cheios e não falta apoio ao mais pequeno dos clubes.
FUTEBOL SIM! ESPECTÀCULO SIM! S.C. BRAGA SEMPRE!

Anónimo disse...
Se fumar drogas e agir como autenticos bábaros anormais nas bancadas é apoiar o Braga, entao, eu prefiro nao o apoiar...
E falo do que sei, acreditem.

Anónimo disse...
Apoiado:
Parabéns ao autor desta postagem, que teve a coragem de pôr o dedo na ferida.


Bracarense disse...
os braguistas sao a vergonha desta cidade...envergonham-nos com canticos absurdos que mostram a infantilidade e o imenso complexo de inferioridade que os membros destas claques tem em relaçao a outros clubes...dizem que sao enormes quando precisam de dar bilhetes a borla para encher um estadio que é da cidade e nao do clube (basicamente pode-se dizer que o scBraga nem uma sanita possui)e depois vandalizam-no desta forma que todos vemos com a conivencia da direcçao do clube e da camara

Lá vamos, cantando e rindo......

31 janeiro, 2010

Quem apoia Claques & Vandalos no estádio da Pedreira?

Este estátido está a ser pago com dinheiros de todos nós
e destruído com o apoio dos clubes....
Claque do SCBraga

Claque visitante

Este é o aspecto dos locais destinados às claques na bancada nascente, no final do jogo Braga-Sporting. As cadeiras voaram. Trata-se de um verdadeiro atentado ao património.
Ao que parece, o SCBraga tem três claques: uma masculina, uma feminina e outra não se sabe bem o quê. Qual delas a melhor ou pior comportada, não sei, não conheço, apenas vejo o resultado das suas acções.
O SCBraga, por mérito próprio, aspira a ser campeão nacional de Futebol, o que constitui motivo de orgulho para qualquer bracarense.
Porém, nos meandros de futebol, também reinam os piores exemplos da sociedade, protegidos sob a égide dos mais altos dignatários do mundo da bola. Estes maus exemplos são as claques, autênticos antros de vandalismo, que, neste aspecto, o SCBraga também parece querer aspirar a competir com os piores exemplos da sociedade desportiva portuguesa, designadamente com os SupreDragões, os No Name Boys, a JuveLeo, etc., etc..
Estes grupos de vândalos e arruaceiros, destroem o património de todos nós, perante o olhar passivo e descontraído dos dirigentes desportivos, forças policiais, etc......e todos nós assistimos a isto em directo na TV....
Sinceramente, não se compreende como é que os dirigentes desportivos, continuam a reservar lugares cativos, para este tipo de gente, provavelmente a preços da China, e, com o óbvio direito a poderem destruir o que muito bem entenderem....
Porquê dar tanto valor e protecção a esta escumalha, que deveria estar toda internada em casas de correcção?
Qual o interesse dos dirigentes desportivos, em reservarem parte dos melhores locais dos estádios, para este sub-mundo miserável?
Responda quem souber..
Isto é incómodo, mas é real e lamentável.

03 novembro, 2009

Sete Fontes em consulta pública

“Primeiro vieram buscar os ciganos e eu não me importei porque não era cigano;

depois vieram buscar os judeus e também não me importei porque não era judeu;

a seguir os comunistas, depois os liberais e os católicos,

e não protestei porque não era comunista, nem liberal, nem católico;

e quando me vieram buscar a mim já não havia ninguém para me defender!

Depois, veio a Câmara de Braga e trouxe os empreiteiros.

Finalmente, chegou a consulta pública.....

As fontes irão secar?. Uma esperança renascida ou uma oportunidade há muito perdida?

Se ainda não conhece,

visite as Sete-Fontes,

leve os amigos, divulgue

Ajude-nos a salvar o pouco que resta....




21 julho, 2009

PLANO REGIONAL DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO DO NORTE – PROT-NORTE

Temática: TURISMO
Braga aparece apenas referida como Património Religioso, e de forma negligente aparece talvez incluída nas cidades e vilas históricas.
Pelo que vou expor de seguida, acho extremamente redutor o papel Turistico potencial atribuído a Braga, e o facto de não ser nitidamente mencionado o enorme potencial de:
  • Braga Romana - Bracara Augusta - Turismo Romano/Antiguidade Tardia
  • Braga Medieval e Barroca
  • Rede de Castros da região Norte

Devo lembrar o seguinte:

Bracara Augusta foi uma das 20 cidades mais importantes do império Romano, e a mais importante em Portugal.

  • O Anfiteatro Romano encontra-se por estudar e classificar. 0€?-O Forum Romano encontra-se por estudar e classificar. 0€?
  • O Teatro Romano foi estudado parcialmente mas aguarda pela classificação e recuperação. 0€?
  • Templo/Edifício Romano da dimensão do Templo de Diana, ficou soterrado à saída do novo Túnel, obra aprovada pelo IPPAR. 0€?
  • Uma Ínsula completa a Ínsula das Carvalheiras, encontra-se estudada e classificada, mas aguarda verbas para a sua musealização. 0€?
  • Dois edifícios Romanos ligados ao culto e à produção de Ceramica e Vidro respectivamente encontram-se em fase de musealização. 0€?
  • 7 Sepulturas únicas no País foram identificadas e encontram-se também em fase de musealização. 0€?
  • Vários troços e torrões da Muralha Romana foram identificados-Várias domus e mosaicos romanos foram estudados e musealizados, no Museu Pio XII e no Museu D. Diogo de Sousa
  • Vários Miliários e diverso espólio encontram-se expostos no Museu D.Diogo de Sousa
  • Um balneário pré-Romano foi identificado, estudado e Musealizado na Estação Ferroviária.
  • Braga foi também a capital Sueva, e em Dume e na Falperra encontram-se importantes achados dessa época, existe a nova proposta de Parque Arqueológico na Estação da Falperra apresentado pela UAUM.
  • Amplas áreas da cidade Romana encontram-se por estudar, e a zona das Sete Fontes dada como a zona de abastecimento de água à cidade Romana também se encontra por estudar.

Braga Medieval e Barroca:

  • Braga era a maior cidade da região quando nasceu Portugal, e foi por influencia do seu Clero que Portugal obtém a independência.
  • Braga era uma das maiores cidades medievias de Portugal, e Guimarães apenas vila nessa época obteve o título de Patrimonio Mundial da Unesco, não por possuir maior patrimonio no centro histórico medieval, mas por este se encontrar, devidamente recuperado e classificado.
  • Braga foi desde a época medieval até ao século XX a segunda maior cidade da região, facto evidenciado pelos censos de 1846, e é conhecida pela seu património arquitectónico nomeadamente o Barroco.
  • Continua por criar o Museu desta época, que reúna a informação de toda a edificação entretanto destruída.
  • O Centro Histórico Medieval carece de uma candidatura a Património Mundial da Humanidade, facto que o PROT-N não refere
  • O Santuário de Bom Jesus do Monte não está classificado como Património Mundial da Humanidade, mas a “cópia” feita no Brasil, Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, encontra-se classificada como Património Mundial da Humanidade desde 1985.

Rede de Castros na Região Norte:

  • Não é referida, e é evidente e eminente a classificação como Patrimonio Mundial da Unesco
  • Em Braga destaca-se o Castro de Monte Redondo que se encontra ao abandono, assim como os restantes identificados, e por identificar, o mais recente é o povoado identificado no Novo Hospital Central, que caiu num silêncio assombroso, após ter sido despedido o Arqueólogo que denunciou a eminente possibilidade de destruição do Património.

O facto o património do município não ser devidamente estudado e classificado, leva à subvalorização do seu potencial.

Não existe qualquer referência no Plano de Execução a Bracara Augusta, à Cidade Medieval e à Cidade Barroca, nem à rede de Castros, penso que o PROT-N demonstra um grande desconhecimento do Potencial de Braga ao nível do Turismo, e da Rede de Povoados Castrejos.

Além de uma visão totalmente diferente por parte da CCDR-N, espero que os Políticos Bracarenses dêem a devida atenção ao Potencial do Património do Município, e que o IPPAR e o IGESPAR, revelem interesse na preservação e recuperação do Património.

A Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, vai revelar novos projectos, e estes deviam ser devidamente considerados pelas entidades competentes.

Por: Carlos Santos

22 maio, 2009

Salvar a Barbearia Matos

Eis chegado o fim! A BARBEARIA foi notificada, judicialmente, para desocupar o espaço.
Não deixemos "morrer" a BARBEARIA MATOS, na Rua do Souto 21, Braga. Quando aqueles que têm a responsabilidade de zelar, defender e preservar o património cultural de um povo, resta a cada um de nós tomar a iniciativa de lutar pela salvaguarda e preservação de um património que é de todos e para todos. Participe na petição.

Salvar a Barbearia Matos





Barbearia Matos (Filho) Localizada no rés-do-chão da Casa de Teodósio de Almeida (Rua do Souto, 21 em pleno centro histórico de Braga), todos os anos é visitada por milhares de turistas, vindos dos quatro cantos do Mundo, que tiram fotografias, falam com o simpático barbeiro (Manuel Matos Filho), tecendo elogiosos comentários ao ambiente e ao mobiliário, cuidadosamente conservados, como se por momentos estivéssemos na Braga de inícios de novecentos. O mobiliário (espelhos, bancada, móvel-lavatório, cadeiras de ferro e de madeira, entre outras peças) é de uma beleza única, encontrando-se muito bem cuidado e tem sido objecto de propostas de compra. Mais insistentes do estrangeiro, de Portugal têm surgido algum interesse neste mobiliário embora estes já se tenham apercebido de que os interesses estrangeiros são superiores aos seus.O processo judicial de despejo do subarrendatário (o barbeiro) determinou o encerramento da Barbearia Matos e este Património único, no seu contexto natural perder-se-á irremediavelmente. Tudo isto porque a Barbearia tem um contrato precário de décadas (do tempo do Sr. Matos Pai), quando a palavra de um Homem valia mais que um papel. Torna-se urgente que o pedido de classificação do imóvel, que foi proposto pela ASPA ao IPPAR (actual IGESPAR), tendo esta entidade remetido o respectivo processo para Câmara Municipal de Braga com o intuito de classificar o espaço como Património Municipal, o que até ao momento ainda não aconteceu. Pedia que questionassem a Câmara municipal de Braga , e convidassem amigos a fazerem parte desta corrente cultural, tornando-a imparável, contactando a Presidência da CMB através do seguinte endereço electrónico: gab.presidencia@cm-braga.pt

Published by Carla, on Jul 23, 2008

Category: Culture

Region: Portugal

Target: Câmara Municipal de Braga


12 maio, 2009

Nova caminhada às Sete-Fontes

Eu vou, e tu?
A Junta de Freguesia de S. Victor, em colaboração com a ASPA, a JovemCoop, a Quercus e o Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, vai promover, no próximo dia 17 de Maio, uma grande caminhada até às Sete Fontes.

Esta caminhada iniciar-se-à às 10h da manhã, no Largo da Senhora-a-Branca, contudo, iremos promover rastreios gratuitos à glicemia e ao colestrol, pelo que os interessados deverão comparecer no mesmo Largo a partir das 9h.

À escolha dos participantes estão dois percursos, A – pelo Areal; B – pelo Bairro da Alegria. Os grupos reunir-se-ão na Fonte do Dr. Amorim e em conjunto descer-se-à pelo Complexo Eco Monumental das Sete Fontes.

Pelo expostos, gostaríamos de convidar V Exª a participar, bem como a promover a divulgação deste evento no V/ Blog. Afinal, acreditamos que é uma matéria querida de todos nós. Aproveitamos a ocasião para sugerir uma consulta regular ao site www.jovemcoop.com , pois lá podem encontrar actividades e iniciativas do V/ interesse.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Ricardo Pereira da Silva

(Coordenador Geral--Jovem Cooperante Natureza/Cultura)
Rua de S. Marcos, nº 118, 3º4700-328 Braga
telef.: (+351) 253 278 281
tlm.: (+351) 965 356 636
fax.: (+351) 253 213 958




07 maio, 2009

Protecção das Sete-Fontes: Urgente

Por: Carlos Santos

Venho por este meio informar e alertar as instituições responsáveis para a necessidade de alteração do actual projecto urbanístico das Sete Fontes, apresentado pela Câmara Municipal de Braga (CMB). Como é evidente face aos factos acumulados ao longo dos últimos 35 anos, as Sete Fontes não tiveram a protecção devida por parte da autarquia.
Além da destruição da fonte que fazia o abastecimento à cidade, e que se encontrava no Largo São Francisco, desconhece-se em que estado se encontram as galerias a partir da Rua do Areal, zona em que o sistema cruza a circular construída na década de 90, até à zona do Largo de São Francisco. Em 1995 a Câmara Municipal permitiu também a destruição de uma mãe de água e de parte do complexo, para a construção de um edifício residencial.
A adicionar a estes factos, temos a Planta de Ordenamento de 2001, a qual tinha como urbanizável toda a zona do Complexo das Sete Fontes. Dando continuidade ao que tinha sido construído na década de 90. Como se pode observar na imagem em anexo, obtida através da sobreposição da planta de ordenamento com a imagem em satélite disponibilizada pelo Google Earth. (Imagem: “Sete Fontes PI”)


Contudo com a classificação das Sete Fontes, e com a crescente pressão da comunidade, a CMB apresentou um projecto para a zona das Sete Fontes, o qual prevê um Parque Urbano, a Nova Variante de “Gualtar”, diversas novas rodovias e várias zonas dadas como urbanizáveis. Tendo sido o projecto enviado ao IGESPAR.Apesar de ser evidente que:

  • o Hospital Central devia ter utilizado os terrenos adjacentes tidos como urbanizáveis e que não invadiam a zona de Protecção das Sete Fontes;
  • a Variante devia também ter sido desviada da zona de protecção e se necessário integrada em parte no projecto do Hospital Central;
  • as novas vias de circulação que pretendem criar, deviam ter sido colocadas nas zonas urbanizadas na década de 90, nas zonas urbanizáveis da Planta de Ordenamento de 2001, e fora da área de protecção do imóvel.
    Contudo, resta-nos lidar com o estado actual dos acontecimentos, e tentar alterar o que ainda é possível alterar, com o intuito de proteger o património e criar zonas de lazer e de atracção turística que representam mais valias únicas para o município.

Este facto é muito mais importante do que criar pequenas zonas residenciais, que representam uma perda acentuada do valor que pode ser obtido com o novo Parque Urbano e com as devidas infra-estruturas de apoio e de valorização de todo o complexo.Em anexo pode ver-se o actual projecto da CMB, e os restantes dados obtidos da Planta de Ordenamento de 2001. (Imagem: “Sete Fontes PA”)

Face ao projecto apresentado pela CMB, torna-se evidente que as áreas tidas como urbanizáveis que invadem a zona de protecção têm que ser consideradas inadmissíveis, uma vez que se trata de uma zona densamente urbanizada, e não existe qualquer motivo para se invadir ainda mais, a zona de protecção.Os novos arruamentos que pretendem criar dentro da zona de protecção são também de utilidade duvidosa, pelo que seria possível obter uma infra-estrutura rodoviária adequada, através da melhoria desta, nas zonas já urbanizadas, que se encontram na periferia do futuro Parque e respectiva zona de protecção. Principalmente a Nordeste tida como urbanizável, e na zona Sudoeste onde pode e deve ser reforçada a ligação entre os dois lados divididos pela “Circular Interna”.

Um novo Parque Urbano para ser devidamente aproveitado, tem que possuir todas as infra-estruturas de apoio que permitam que seja não só um local de lazer, mas também uma zona de atracção turística para o município, entre outras necessita de:

  • um Museu que abranja o tema da água, a história das Sete Fontes, e que integre também todos os achados, de futuros trabalhos arqueológicos, que estão por realizar no local (estudo do abastecimento à cidade Romana, Medieval, e “Barroca”);
  • parque de estacionamento;
  • infra-estruturas de lazer, como parque infantis, ciclovias, percursos pedonais, espalhados ao longo do parque e que criem várias zonas “ancora”, “portas de entrada no parque”, para as populações que residem ao redor do parque… ;
  • Monumento que utilize a captação de água feita pelo complexo das Sete Fontes, com vista a valorização de todo o Parque Urbano;- etc;

Para que estas infra-estruturas sejam construídas e não se perca o valor do Parque em si, torna-se necessário utilizar as áreas adjacentes à área de protecção, tidas como urbanizáveis, tal como é proposto nas seguintes imagens:

  • 1ª imagem (Imagem “Sete Fontes PAM2”), retira a nova rodovia que invade a zona de Protecção, e contem a alteração ao traçado da Variante, diminuindo de forma significativa o impacto desta no Parque Urbano, e retirando-a ao máximo da zona de protecção, utilizando áreas urbanizáveis adjacentes;
  • 2ª imagem (Imagem “Sete Fontes PAM1) podem observar-se todas as rodovias propostas pela CMB, mas com o percurso alterado, de forma a reduzir o impacto no Parque Urbano e na zona de protecção.

Em ambas as imagens pode observar-se a melhor localização para as infra-estruturas de apoio (museu, monumento, parque estacionamento, …) , e a inclusão das áreas tidas como urbanizáveis que invadem ou não a zona de protecção, passando a parte integrante do Parque Urbano, onde podem ser instaladas as restantes infra-estruturas de lazer e apoio ao parque, transformando assim um mero corredor verde cruzado por várias rodovias, como é apresentado no plano inicial da CMB, num Parque Urbano mais amplo e consolidado, e com vários pontos de interesse, tanto para a população local, como para todos os munícipes, e turistas.

Apesar de não ser o plano ideal, é fácil verificar, que mesmo mantendo toda a infra-estrutura rodoviária proposta, é possível diminuir o impacto desta na zona do Parque, assim como é possível e necessário libertar amplas áreas do vale, dentro e fora da zona de protecção, com vista a melhoria do Parque, e com vista um futuro estudo arqueológico do local, com amplos benefícios para todos os munícipes.

Na imagem “Sete Fontes PAM1 Sobreposto”, pode observar-se as alterações propostas, tendo o plano urbanístico da CMB sobreposto. Espero que os dados em discussão mereçam a devida atenção por parte das entidades competentes, e que os interesses particulares pontuais, não comprometam a criação de um Parque Urbano, Museu, Monumento, e área de estudo Arqueológica, que representam uma mais valia evidente para o município nos diversos níveis (patrimonial, histórico, cultural, …).

Imagem: Sete Fontes PI

Imagem: Sete Fontes PAM2


Imagem: Sete Fontes PAM1_sobreposto


Imagem: Sete Fontes PAM1

Imagem: Sete Fontes PA

12 março, 2009

Publicação das Escavações/Trabalhos em curso

Por: Carlos Santos

Da mesma forma que surgiram protestos e notícias a criticarem/informarem, a actuação menos clara no caso do Prolongamento do Túnel, devemos louvar agora a "nova" conduta da UAUM ao publicar os trabalhos em curso no seu site.
http://www.uaum.uminho.pt/novidades/novidades.htm

Penso que a forma mais correcta de actuar passa pela publicação de:
-Plano de Trabalhos (antes do inicio dos mesmos)
-Publicações Preliminares (do decorrer dos mesmos)
-Relatórios Finais (com o plano inicial, as alterações efectuadas devido aos novos achados, todas as intervenções realizadas, todos as escavações efectuadas e acompanhadas pelos arqueólogos, o material arqueológico recolhido/encontrado, o diferente tratamento dados aos respectivos achados, etc…)

Através dos dados agora publicados, podemos observar que importantes estruturas vão ser musealizadas "in situ", mantendo o valor patrimonial que o Complexo global das mesma representa. (Fonte do Ídolo, Via Romana XVII, Edifício Romano provavelmente ligado ao culto Religioso, Conjunto de Sepulturas)

É uma enorme mais valia para o Município e para o País, facto que devemos ao trabalho profissional da UAUM e à boa vontade da Empresa que detém o Antigo Quarteirão dos Correios.
Ao contrário do que se passou no Prolongamento do Túnel onde a CMB, que devia ser a maior interessada no património, e mais uma vez o desvalorizou... (Templo/Edifício Romano de grande dimensões)

Se as Sete Fontes já estivessem entregues à UAUM, penso que todos os cidadãos interessados estariam mais “descansados”, do que a terem Arqueólogos despedidos quando cumprem o seu trabalho de forma profissional. De referir que a UAUM já propôs esse alargamento, sem ter conseguido, por caso do actual executivo da CMB, se não estou em erro.

Esta conduta da UAUM merece a devida atenção por parte dos cidadãos mais interessados, e por parte da impressa, uma vez que se trata de uma forma de actuação que promove a transparência, num país onde o segredo parece imperar.

Carlos Santos

02 março, 2009

Marcha pelas Sete-Fontes - Domingo, 08 de Março

Domingo, 8 de Março
Marcha pelas Sete-Fontes
9:30 - Largo da Srª-a-Branca

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Comunicado da ASPA sobre as Sete Fontes


A convite do Presidente da Junta de Freguesia de São Vítor a ASPA assistiu em 27 de Janeiro à apresentação do projecto da construção do novo Hospital pelos seus responsáveis operacionais, tendo comentado diversos aspectos do mesmo.

Designadamente insistiu-se várias vezes sob os riscos da primeira fase da obra sobre o património arqueológico, arquitectónico e ambiental, nomeadamente no que diz respeito à defesa das suas águas: a desmatação e desaterros iniciais. Ora este alerta parece que não serviu para nada, antes pelo contrário. De facto foi precisamente logo no início dos trabalhos que ocorreram incidentes ainda mal esclarecidos, mas que levaram o arqueólogo autorizado pelo IGESPAR a ter de chamar a autoridade de segurança (a GNR) devido à ameaça iminente de destruição de vestígios patrimoniais. O Dono da Obra em vez de louvar o arqueólogo pelo seu profissionalismo, dispensou a sua colaboração. Esta atitude leva-nos a recear o pior.

De acordo com a Constituição da República Portuguesa uma das tarefas fundamentais do Estado é “proteger e valorizar o património cultural do povo português”. Para tanto a Assembleia da República aprovou, por unanimidade a Lei de Bases do Património. Há no caso vertente uma situação de risco para a Património Cultural, a qual deve merecer o cuidado das instâncias competentes, designadamente do IGESPAR, da Direcção Regional da Cultura do Norte e do Ministério Público. Espera-se que as entidades da tutela mantenham em campo o arqueólogo afastado pois assim estaremos mais seguros. Espera-se que esclareçam a empresa que o Estado Português ainda existe.

A construção do Hospital é indispensável e urgente. Mas nenhuma empresa está acima da Constituição Portuguesa. De acordo com as Convenções Europeias e a Lei portuguesa, há a necessidade de proceder a registos científicos exaustivos. Uma obra que tem o impacte do Novo Hospital exige por parte do Dono da Obra um extremo rigor, para que nem o património seja afectado nem o desenvolvimento da obra prejudicado.
Sendo assim é indispensável que todo o processo seja acompanhado pelos cidadãos, por especialistas credenciados e que tudo seja transparente. De outro modo o que aconteceu com os vestígios do povoado da Idade do Bronze pode repetir-se com elementos de outras épocas romana, medieval e setencentista.

Todo este processo seria evitável se o terreno já tivesse estudado de forma minuciosa. Desde 1993 que a localização do Hospital estava escolhida. A Câmara Municipal de Braga e o seu Gabinete de Arqueologia tiveram mais que tempo, ou para realizar directamente os trabalhos ou contratar equipas credenciadas para o efeito.

Foi a ASPA que propôs a classificação das Sete Fontes, cumprindo assim os direitos e deveres das associações de Património. Lamenta que a Câmara bracarense sistematicamente os ignore e despreze, quer a Lei quer o Legado Histórico de concelho, mas espera-se que o Estado Central os faça cumprir.
A ASPA continuará atenta e intervirá sempre que achar oportuno, como o tem feito ao longo destes últimos 32 anos, sempre na defesa, estudo e divulgação do património cultural e natural bracarense.

Para já apelamos à participação na marcha que a Junta de Freguesia de S. Lázaro vai promover no próximo dia 8 de Março (domingo), com concentração às 9.30 h. em local a indicar oportunamente.
Braga, 25 Fev. 2009

O Conselho Directivo da ASPA

24 novembro, 2008

Relembrar o Bar Egípcio




Reina o silêncio (propositado?) em torno do futuro do Salão ou Bar Egípcio, situado no edifício setecentista da Rua do Souto, nº 9.
Terá a autarquia a sensibilidade e a vontade política, necessárias para promover a sua valorização, ou está à espera que a humidade apague de uma vez por todas as pinturas existentes nas paredes do referido salão, justificando por isso a sua transformação e pó e escombros?

28 setembro, 2008

O regresso dos esqueletos

O próximo esqueleto:

Piscina municipal não abre ao público, mas funciona como armazém do gang do Zé do Telhado.

24 março, 2008

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“Primeiro vieram buscar os ciganos e eu não me importei porque não era cigano; depois vieram buscar os judeus e também não me importei porque não era judeu; a seguir os comunistas, depois os liberais e os católicos, e não protestei porque não era comunista, nem liberal, nem católico; e quando me vieram buscar a mim já não havia ninguém para me defender!

Depois veio a Câmara de Braga e trouxe os empreiteiros. As fontes secaram e da terra brotaram prédios como se fossem cogumelos.